Reconhecimento celebra dedicação, excelência e impacto profissional
Receber um prêmio profissional é o reconhecimento de uma jornada construída com consistência, entrega e propósito. Para Juliana, essa conquista representa não apenas um marco na carreira, mas também a validação de anos de dedicação, aprendizado e resiliência.

O significado do reconhecimento
O que esse prêmio representa para você, tanto pessoal quanto profissionalmente?
Ao iniciar sua resposta, Juliana falou sobre o impacto pessoal do reconhecimento:
“A gente sempre quer ganhar. […] A gente quer sempre ganhar alguma coisa, que é ser reconhecido pelo seu trabalho. Eu estou na ANADI há 8 anos e sinto que o meu trabalho é reconhecido aqui pessoalmente. Mas quando você recebe esse reconhecimento de uma empresa do tamanho da TOTVS reconhecendo o seu trabalho é incrível. Então é felicidade. Resumindo em apenas uma palavra: felicidade.”
O reconhecimento externo, especialmente vindo de um parceiro estratégico do porte da TOTVS, reforça não apenas a qualidade do trabalho entregue, mas também a confiança construída ao longo do tempo.
Juliana recebeu o prêmio logo em seu primeiro ano atuando na área de vendas, o que torna a conquista ainda mais significativa.
“Profissionalmente eu sinto que meu propósito foi cumprido, eu estou muito satisfeita com o meu trabalho. […] ERP é uma das coisas mais difíceis para se vender, pois você não tem algo concreto para vender. Você está ali para curar a ferida do cliente, então estamos vendendo basicamente um sonho. Fazer o cliente acreditar é o mais difícil, ainda mais quando é uma implantação nova. Esse ano (2025) tive a felicidade de vender duas!”
Sua fala reforça a complexidade do mercado de ERP e o papel consultivo que o profissional de vendas assume ao longo de todo o processo.
Quando você recebeu a notícia, qual foi o primeiro pensamento ou sentimento?
“Fiquei sem reação! Porque, por mais que você saiba que fez um bom trabalho, ser chamada no palco pelo diretor comercial da TOTVS dá uma paralisada inicial. Depois foi legal! Fui até o palco e receber o prêmio foi extremamente gratificante!”
O momento da premiação foi marcado por surpresa, emoção e, principalmente, pela sensação de dever cumprido.
Na sua visão, qual foi o principal fator que contribuiu para essa conquista? O que te movimentou até chegar lá?
“Um conjunto de coisas! O fato de conhecer a ANADI, conhecer nosso perfil, e de eu ter tido apoio de pessoas muito importantes, como o meu colega de área, Fábio Monegatti, que me deu aquele start inicial.”
O apoio interno foi um dos pilares dessa conquista. Juliana também destaca o incentivo constante de Rubens Silva, seu marido:
“Todas as vezes em que eu me dizia ‘não’, ele estava lá para me lembrar da minha capacidade.”
Rubens Silva e Fábio Monegatti trabalham na ANADI, ambos com mais de 10 anos de empresa.
“O apoio do Osvaldo, nosso gerente de canais na TOTVS, foi essencial. Sem ele eu não teria conseguido chegar lá. Não somente nos resultados, mas em quem eu estou me transformando profissionalmente.”
Além disso, Juliana ressalta a força da parceria e da colaboração entre os colegas:
“A generosidade de todos os meus colegas de trabalho também. Todos falam muito sobre como a ANADI tem um nível de parceria muito alto. Quando você precisa, todos realmente estão ali por você. Creio que esses fatores foram o movimento que me trouxe até aqui.”
Trajetória, desafios e aprendizados
Qual foi o maior desafio que você enfrentou na sua trajetória até chegar ao momento profissional em que está hoje?
“Meu maior desafio foi conciliar ser mãe, esposa e dona de casa. Sou mãe de três filhos, com grandes diferenças de idade. Quando comecei minha trajetória aqui na empresa, descobri que estava grávida da minha terceira filha.”
A maternidade, ainda hoje, representa um desafio significativo na carreira de muitas mulheres.
“Não foi algo planejado, me pegou de surpresa e me gerou insegurança, mas fui muito acolhida aqui dentro desde o primeiro momento. Tanto que, na minha opinião, o Marcus ficou mais feliz com a notícia do que eu!”
Dados mostram que entre 48% e 56% das mulheres no Brasil são demitidas ou deixam seus empregos entre 12 e 24 meses após o retorno da licença-maternidade, o que reforça a importância de ambientes corporativos acolhedores e inclusivos.
“Ser uma profissional já é difícil. Ser uma vendedora exige ainda mais. Mas ter o apoio da família de forma incondicional ajuda a equilibrar tudo isso.”
A chamada “jornada dupla” afeta até 58% das mulheres brasileiras, mas Juliana faz questão de destacar o suporte que recebe em casa:
“Meu marido me apoia incondicionalmente. Se em algum momento eu pensei em largar tudo, ele estava lá me apoiando. Se quisesse conquistar o mundo ele sempre foi minha maior torcida no lado profissional.”
Ela também cita o apoio dos filhos como parte fundamental dessa trajetória:
“Minha caçulinha tem 7 anos e até ela me apoia. No evento em que recebi o prêmio, precisei viajar por dois dias, e ela me ligava todos os dias para saber se eu estava bem e me dar notícias de casa. Minha filha mais velha é a luz da minha vida. Se hoje consigo ser uma profissional, cumprir meus desafios e entregar resultados, é porque ela está por trás de toda a logística para isso acontecer.”
Mais de 11 milhões de mães no Brasil não contam com nenhuma rede de apoio, o que torna essa estrutura ainda mais essencial.
“Creio que, para as mulheres chegarem onde estão, precisam de um apoio gigantesco. Não que os homens não precisem, mas as mulheres precisam mais — principalmente quando têm filhos.”
A cultura da ANADI apareceu repetidamente como um dos pilares desse sucesso. A conclusão é clara: quando empresas investem em ambientes acolhedores, colaborativos e que fortalecem suas profissionais, os resultados vêm de forma consistente.
Houve algum aprendizado que esse prêmio trouxe e que teria mudado tudo no início da sua carreira?
“Todo reconhecimento torna o nosso trabalho não mais fácil, mas mais gratificante. Se eu tivesse ganhado esse prêmio há 10 anos, talvez ele não tivesse o mesmo significado.”
Esse reconhecimento ganha outro peso quando observado à luz da maturidade e da trajetória construída ao longo dos anos.
“Hoje sou uma mulher de 42 anos, com três filhas e casada, e nada disso me impediu de alcançar isso. Creio que hoje eu valorizo muito mais do que teria valorizado aos 20 ou 30 anos.”
Olhando para o futuro
Você acredita que esse prêmio pode abrir novas portas no futuro?
“Acho duas coisas: a primeira é que sim, porque um prêmio assim traz visibilidade para a qualidade do seu trabalho. A segunda é que ele também traz expectativa. Se torna quase uma obrigação entregar cada vez mais, o que pode gerar auto-cobrança. Mas a confiança que o prêmio me trouxe também me faz querer mais. Quem sabe novos reconhecimentos no futuro?”
Uma mensagem para outros profissionais
Que conselho você deixaria para quem busca crescimento e reconhecimento na carreira?
“Primeiro: estude. Segundo: faça aliados, amigos e parceiros que sejam mais inteligentes que você. Sempre seja a pessoa menos instruída da conversa. Isso te torna vulnerável ao aprendizado e à sabedoria das pessoas ao seu redor.”
Reconhecer talentos faz parte da nossa cultura
O prêmio recebido por Juliana reforça nosso compromisso com o desenvolvimento de pessoas, a valorização de profissionais e a busca constante por resultados com propósito.
Temos orgulho de contar com pessoas que fazem a diferença todos os dias 🚀
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