Entramos na era de AQUARIUS e das CRIPTOMOEDAS, INVESTIR OU NÃO INVESTIR?

Olá!

Não estou aqui para dizer se é bom ou ruim CRIPTOMOEDA. O meu desejo nesse post não é influenciar ninguém, nem a favor e nem contra essa moeda virtual.

O objetivo é abordar os fatos sobre esse ativo que hoje é uma realidade, sem tratar de achismo ou especulações qualquer que seja sobre as CRIPTOMOEDAS.

Convido você vir  comigo e conhecermos mais sobre essa realidade está aí, uns dizem que o dinheiro físico está com os dias contados e esse caminho é irreversível. Outros acreditam que isso não passa de uma ilusão e que não existe nada que de respaldo ou lastro, que  de sustentação ou seja, alguma forma de respaldar essas moedas.

Quando surgiu?

Esse tipo de moeda surgiu em 2009 e tornou-se bastante popular na última década. Porém, ainda há um certo mistério em relação a elas, sua criação e se realmente valem como o dinheiro comum.

Também há quem discuta a possibilidade das criptomoedas substituírem o dinheiro como a gente conhece hoje, criando um mercado online e internacional.

A criptomoeda foi anunciada por um programador que nunca revelou sua real identidade, mas seu pseudônimo é Satoshi Nakamoto. Quando anunciado, o ativo foi desacreditado por muitos – já que não foi a primeira tentativa de conceber uma moeda digital. As tentativas anteriores fracassaram e por isso a desconfiança em relação ao bitcoin.

O bitcoin, que é feito com base em uma rede de Blockchain criada por um grupo de desenvolvedores liderados por Satoshi Nakamoto, foi a primeira criptomoeda a entrar em circulação no mundo digital. Porém, não é a única.

O bitcoin faz parte de uma nova classe de ativos, as criptomoedas. Foi o big bang desse novo mercado, pois ele deu início à ideia de moedas digitais descentralizadas quando foi anunciado em 2009.

A ideia com o bitcoin foi criar uma forma de dinheiro puramente eletrônica. Mas a ideia de dinheiro eletrônico não é tão nova: surgiu em 1980 no artigo “Blind signatures for unraceable payments”, escrito pelo criptógrafo David Chaum.

Essa obra inspirou diversos criptógrafos na tentativa de criação de uma criptomoeda. Portanto, a invenção é resultado de décadas de pesquisas e estudos que tinham como objetivo criar meios para proteger a privacidade e liberdade da sociedade.

O bitcoin significa a digitalização do dinheiro, do cash, e com ele é possível enviar dinheiro entre duas pessoas diretamente sem depender de nenhum intermediário em uma rede global, transparente, aberta e sem fronteiras, assim como a própria internet.

As demais criptomoedas do mercado que são alternativas ao bitcoin são chamadas de Altcoins.

Inspiradas pela invenção do próprio bitcoin, surgiram inúmeras outras criptomoedas nos últimos anos.

Hoje há literalmente milhares de moedas digitais dos mais diversos tipos.

Algumas são cópias quase idênticas ao original, alterando apenas algumas características simples; outras são plataformas muito mais complexas e ambiciosas – como é o caso do Ethereum – que prometem muito mais do que apenas um dinheiro eletrônico.

E, assim como o precursor bitcoin, grande parte delas é negociada na internet, em plataformas de trading organizadas e especializadas, formando assim um novo mercado em crescente efervescência: o mercado das criptomoedas.

Porém, ela tem uma característica muito importante que ajudou para seu sucesso: ela é descentralizada. Ou seja: não tem regulamentação de nenhum governo, empresa ou banco. Com isso, é possível comprar e vender bitcoins sem intermediários.

O que são moedas digitais?

As moedas digitais, também conhecidas como moedas virtuais ou criptomoedas, surgiram em 2009 e funcionam a partir de uma rede descentralizada (sistema ponto-a-ponto, do inglês peer to peer), onde possibilitam transferências de uma pessoa para outra sem a intermediação de um banco.

Por isso, elas não se submetem à regulamentação de sistemas monetários nem à uma autoridade financeira, como o Banco Central do Brasil, o que implica em praticamente não haver burocracia na negociação.

Falando em Ciptomoedas…

Bitcoin nada mais é do que uma moeda digital, ou uma criptomoeda. Com ela é possível comprar e vender pela internet: diferente de outras moedas, como o dólar, euro ou o próprio real, o bitcoin só existe e pode ser utilizado virtualmente ou em lojas físicas que aceitarem a criptomoeda como pagamento.

O bitcoin foi a primeira criptomoeda a circular no ambiente digital. Ele surgiu em 2009, em plena crise econômica e, desde então, foi transacionado sem alguma interrupção.

Bitcoin é um ATIVO DE RISCO?

bitcoin é um ativo de risco, e não de proteção, afirmam estrategistas do JPMorgan. É mais apropriado caracterizar o bitcoin como um ativo de “risco” do que um ativo “seguro”, afirmam estrategistas do banco JPMorgan. … Desde março de 2020, a correlação entre o bitcoin e a S&P 500 aumentou, afirmam eles.

– Quais as principais moedas digitais existentes atualmente?

Bitcoin

Bitcoin é a primeira criptomoeda criada e a mais conhecida. Em 2008, Satoshi Nakamoto publicou um artigo explicando o conceito e, um ano depois, seu sistema foi lançado, dando início à rede. É uma tecnologia que não depende de um agente intermediador para realizar as transações. A plataforma hospeda um livro-razão digital em que as pessoas podem explorar, armazenar e trocar Bitcoins, moedas digitais obtidas por meio de um algoritmo computacional e vinculadas a nenhuma autoridade central reguladora.

Para alguns, é um futuro de moeda livremente deslocada e desvinculada de qualquer banco central ou entidade governamental. O sistema é chamado de peer-to-peer, ou seja, um dinheiro eletrônico descentralizado que qualquer computador é capaz de ofertar. Um componente chave da tecnologia blockchain do Bitcoin é o fato de ser um ledger aberto e distribuído. Pela natureza distribuída deste livro , as transações na blockchain são verificadas pelo consenso de cada membro, oferecendo segurança e confiança sem ter supervisor ou contraparte centralizada.

As transações estão conectadas ao endereço Bitcoin dos usuários, que é armazenado em um ledger (ou livro-razão), chamado blockchain. Se esse endereço estiver vinculado a uma identidade real, as transações podem ser rastreadas até o usuário facilmente; se não estiver, somente são rastreáveis por meio de técnicas avançadas de triangulação de camadas mais baixas da rede. O Bitcoin é considerado o benchmark (referência) do mercado de criptoativos.

Ethereum

Ethereum é uma plataforma descentralizada que executa contratos inteligentes, que são aplicações que rodam exatamente como programadas sem qualquer possibilidade de tempo de inatividade, censura, fraude ou interferência de terceiros. Esses apps são executados em uma blockchain pública, que é uma infraestrutura global distribuída capaz de mover valores financeiros e representar posse da propriedade.

Isso permite aos desenvolvedores criarem mercados, armazenarem registros de dívidas ou promessas, moverem fundos de acordo com instruções dadas há muito tempo (como um testamento ou contrato futuro) e muitas outras coisas ainda não inventadas, tudo sem a intervenção de um terceiro e sem risco de contraparte. O projeto foi iniciado pela pré-venda de ether em agosto de 2014 e é desenvolvido pela Fundação Ethereum, organização suíça sem fins lucrativos, e conta com contribuições de grandes mentes de todo o mundo por ser um projeto open-source.

Porém o que torna o Ethereum diferente das altcoins em geral e o diferencia da moeda digital mais difundida (o Bitcoin) é o fato de dispor-se a levar a tecnologia do blockchain e os contratos inteligentes para tudo o que possa ser programado. Seu princípio é: toda transação, registro, execução de código distribuído, assinatura de contrato digital ou qualquer outra aplicação executada na rede do Ethereum deve ser paga em ether. Dessa forma, o Ethereum pode ser considerado um grande computador (de escala planetária) no qual usuários pagam pela quantidade de recurso utilizado para processar a execução dos contratos inteligentes. Todas as moedas abaixo de Ethereum precisam ser revisadas, estão defasadas, algumas perderam quase todo o valor

Bitcoin Cash

Bitcoin Cash é a primeira criptomoeda originada de um fork do blockchain do Bitcoin. Tudo teve início em um debate sobre a escalabilidade do Bitcoin. Uma das propostas de melhoria, a BIP 91, foi uma proposta de aumento do tamanho do bloco em duas etapas: a primeira com ativação do SegWit, que retira da seção “Entradas” a  assinatura digital e a insere num novo campo, “Testemunha”. Essa medida aumentou o tamanho do bloco de 1MB para aproximadamente 2MB. A outra é a etapa 2x, que dobra o tamanho do bloco e, assim, aumenta sua capacidade de 2MB para 4MB.

Além dela, outros BIPs propunham o aumento da capacidade do bloco, como a BIP 141 e a BIP 148. Entretanto, um grupo de usuários e mineradores não estava satisfeito com a mudança e decidiu implementar uma alteração no protocolo do blockchain independentemente do consenso da rede, resultando na criação do Bitcoin Cash, em 1º de agosto de 2017. O argumento era que o BIP 91 não seria capaz de ativar o SegWit2x com eficácia e a rede não iria estar devidamente preparada para isso, sendo assim, a implantação seria um fracasso.

Além disso, eles defendiam que o aumento de apenas 1MB não seria o suficiente e, mais cedo ou mais tarde, a rede precisaria de novas atualizações. Com isso em mente, eles trouxeram a proposta do Bitcoin Cash, que criaria blocos de 8MB para aumentar de uma vez por todas a escalabilidade do Bitcoin, gerando seu primeiro bloco a partir de uma bifurcação que dividiu o blockchain do Bitcoin em dois.

Todos os detentores de Bitcoins, até o bloco 478558, receberam gratuitamente a mesma quantidade em Bitcoin Cash. Dado que a moeda utiliza uma réplica do blockchain do Bitcoin, todas as transações anteriores ao fork foram integradas ao blockchain do Bitcoin Cash.

Litecoin

É a criptomoeda descentralizada com o quarto maior market cap, derivada de uma bifurcação no protocolo do Bitcoin. Sua blockchain é muito parecida com a do BTC, sendo as três principais diferenças:

• Transações mais rápidas que o Bitcoin (buscam atingir 2,5 min por bloco contra os 10 min do BTC), porém enquanto a Litecoin network tem uma redução no tempo, as transações do Bitcoin são mais difíceis de reverter;

• O algoritmo de mineração utilizado pela Litecoin é o Scrypt, enquanto o Bitcoin utiliza o SHA-256;

• A Litecoin network é capaz de produzir 84 mi de moedas contra 21 mi moedas do Bitcoin;

É uma das moedas com maior volume de transações do mercado e busca cada vez mais otimizar as suas transações. Recentemente (em maio 2017), o Litecoin ativou o Segwit, um processo em que o limite do bloco é aumentado por retirar dados de assinatura do input das transações. Quando esses dados são segregados, a capacidade dos blocos é aumentada, possibilitando, assim, um número maior de transações por bloco.

Ripple

Pertence ao seleto grupo de top 10 em Market Cap, é uma solução em blockchain privado para pagamentos globais. Tem como proposta aumentar a velocidade que as transações são realizadas globalmente e reduzir os custos de transação. Tem em seu portfólio de clientes, grandes instituições financeiras como UBS e Santander.
Cada transação necessita de 0,00001 XRP para ser realizada, que são destruídos e deixam de existir uma vez que são gastos. Se o usuário fizer muitas transações (milhares por minuto) essa fee aumenta, como medida anti-spam.

Suporta 1000 transações por segundo (enquanto o ETH suporta 15 e o BTC 6) e pode escalar até o número de 50 mil, que é o que a VISA suporta atualmente. Não é necessário possuir XRPs para utilizar-se da rede. Entretanto cada conta de ripple deve ter no mínimo 20 XRP para evitar spam. O XRP pode ser utilizado também como uma “bridge currency”, para facilitar transações entre duas moedas raramente trocadas.

Moeda cercada de bastante controvérsia, por não necessitar de mineradores (foi pré-mineirada) e pelos organizadores terem uma porcentagem significativa das moedas (cerca de 20%)

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A primeira criptomoeda da lista de Arnold é o Ethereum. Conforme observou o analista, os investidores estão acumulando ETH, mas fora das exchanges.

Usando dados da empresa de análise Glassnode, ele observou que o saldo de ETH nas exchanges atingiu a mínima de 16 meses de 15.101.171.806 ETH. Isso porque, segundo ele, não há motivos para manter as ETH nas exchanges.

“O quadro geral aqui é que o Ethereum é uma das melhores criptomoedas deste ciclo com certeza”, destacou Arnold.

Para sustentar sua tese, o analista apresentou algumas notícias recentes envolvendo o Ethereum. Uma delas foi a notícia de que a Coinbase abriu uma lista de espera para recompensas de staking do Ethereum 2.0 com 7,5% de taxa de juros anual.

Já o segundo criptoativo da lista de Arnold é o The Graph (GRT). Ele explicou que o GRT é um token padrão ERC-20 que alimenta a plataforma The Graph. A plataforma, por sua vez, funciona como um buscador de transação no Ethereum.

Arnold explicou que está otimista com o projeto principalmente porque sua equipe está explorando a integração de oito blockchains adicionais de Layer-1, incluindo Bitcoin, Polkadot, Near Protocol, Cosmos e Solana.

Portanto, segundo ele, “The Graph está virando notícia”.

Em seguida, o analista destacou Polkadot. Segundo ele, o projeto pode crescer neste ano principalmente por causa do lançamento recente de seu Roadmap de atualizações.

“Portanto, eu estou otimista com Polkadot”, resumiu.

O terceiro criptoativo citado por Arnold foi o Pancakeswap que agora é uma das principais exchanges descentralizadas (DEX).

“Eles estão se diferenciando em produtos mais novos como um serviço de loteria e uma plataforma de Tokens Não Fungíveis”, disse ele. “Então, eu acho que isso é otimista para Binance. Acho que isso é otimista para o token de governança e para a Pancakeswap.”

Uniswap, Filecoin e Celsius

Já a quinta criptomoeda de Arnold foi a Uniswap (UNI) que, atualmente, possui US$ 100 bilhões em volume acumulado.

“Então, Uniswap, apesar das altas taxas do Ethereum, continua a ver as pessoas reunindo-se em torno dele.”

A sexta escolha de Arnold é a Filecoin. Agora, como observou, a criptomoeda expandiu sua capacidade global para 2,5 bilhões de gigabytes.

“A rede Filecoin continua a crescer”, enfatizou. “Então, novamente eu digo que Filecoin é uma criptomoeda quente e este ciclo é quente (…). Mas Filecoin ainda não bombou, [por isso] eu quero colocá-la no seu radar.”

Por fim, a última da lista é a Celsius que, recentemente, pagou US$ 250 milhões em recompensas.

“Então, Celsius é uma opção. As pessoas comentam sobre ele o tempo todo”, concluiu.

Concluindo…

Se você é daqueles que tem sangue frio, gosta de entrar e correr um risco alto paro obter altos ganhos, então meu amigo mergulhe de cabeça.

Para aqueles com espirito mais conservador, nem passe perto desses investimentos, precisa estar disposto a correr riscos.

Depende do perfil de cada investidor, cada tipo tem suas razões para correr riscos ou não. Se está disposto a grandes oscilações ou não.