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5 motivos para controlar o estoque de sua empresa com um ERP

Gestão de estoque automatizado é uma tendência que cresce a cada dia entre as indústrias.

Apostar nesse recurso traz inúmeros benefícios para os negócios, como aumentar a eficiência e melhorar a precisão dos processos.

Um software que automatiza o fluxo da informação de estoque além de integrar todas as áreas da manufatura, diminuir o retrabalho, reduzir custos e ter apoio na tomada de decisões, garante que não haja falta de produtos na empresa e, ao mesmo tempo, que não haja excesso do mesmo, afinal, estoque parado é dinheiro parado. Para tanto, é necessário uma análise constante do fluxo de movimentação dos produtos, histórico de vendas, prazo de entrega dos produtos por parte dos fornecedores e a sazonalidade comercial.

Vamos destacar 5 razões das que deixam bastante claro quais as vantagens em automatizar o seu estoque através de um sistema ERP (Sistema de Gestão Empresarial).

  1. Redução de perdas e desvios

A prevenção é uma excelente forma de diminuir as perdas com estoque, um controle apurado do estoque garante uma grande redução nas perdas e desvios. A falta de controle e de registro causa imprecisões que se traduzem em perdas, extravios, avarias, por isso é fundamental monitorar as movimentações. A utilização de funcionalidades como o inventário flexível / rotativo permite uma conferência constante do estoque, porém, sem tomar todo o tempo que um inventário geral acaba exigindo.

  1. Acompanhamento do volume de compras

Grande parte das perdas de estoque de uma loja está ligada ao desperdício de produtos que são derivados da falta de procura por parte dos consumidores, ou seja, a demora para vender, que gera fim do prazo de validade e ações promocionais sem sucesso.

Dessa forma, o setor de compras deve ser um dos responsáveis por evitar as perdas, estabelecendo um processo de aquisição de mercadorias baseado na demanda do cliente.

O nível de consumo da empresa diante de determinado fornecedor torna-se muito mais viável para uma melhor negociação, seja em termos de valores, prazos para pagamento ou prioridade em entrega.

Até mesmo fazer uma compra de longo prazo onde pode ser adquirida a quantidade de produtos necessária para determinado período (semana, mês, trimestre, semestre, ano), de acordo com o histórico de vendas, e a mesma vai sendo entregue periodicamente, gerando poder de barganha para as negociações, onde a qualidade da compra é tão importante quanto a qualidade da venda, pois uma compra feita de forma estratégica também é uma maneira de aumentar a rentabilidade do negócio.

  1. Controle do estoque

O controle de estoque é um dos grandes desafios dos empresários e é o principal responsável por garantir o sucesso de toda a operação.

Validade, transporte e exposição nas prateleiras, são algumas atividades que devem ser acompanhadas de perto pela equipe responsável por controlar o estoque da empresa. Esses processos são grandes causadores de desperdícios e o acompanhamento de perto é fundamental para reduzi-los.]

Sendo assim, aplicar um processo cuidadoso de reposição de mercadoria que tenha como fundamento deixar os produtos que vencem primeiro à frente, é uma boa estratégia para evitar perdas de estoque.

Criar estratégias comerciais para que produtos “encalhados” possam ser desovados através de grandes descontos ou até mesmo a decisão pela extinção do mesmo no mix de produtos da empresa são algumas delas.

Além disso, uma análise comparativa das margens de lucro dos produtos e do histórico de vendas do mesmo pode determinar ações que garantam que produtos com maior margem tenham maior destaque no ponto de venda e, consequentemente obtenham aumento nas vendas.

  1. Eficiência operacional

A partir da automatização através de um ERP (Sistema de Gestão Empresarial) a empresa ganha muito em termos de eficiência operacional. Afinal, as informações circulam entre os setores de forma integrada.

A operação do estoque deve ser baseada em uma estrutura fixa de controle e gestão. Essa estrutura deve ser baseada em regras e normas, dessa forma todos os processos que derivam do controle de estoque serão padronizados, evitando erros e divergências operacionais, que podem causar perdas.

Desse modo, ao dar entrada numa nota fiscal de compra o estoque virtual é automaticamente abastecido e uma conta a pagar é gerada, isso tudo já considerando todas as variáveis como a forma de pagamento e os impostos, enquanto que quando se realiza uma venda o estoque é reduzido e é gerada uma conta a receber.

  1. Indicadores

Todos os processos de uma empresa devem ser avaliados e gerenciados por meio de indicadores de resultados KPI (Key Performance indicator), que direcionam os esforços para objetivos estratégicos da empresa.. Esses dados serão importantes para categorizar o estoque, distinguindo com clareza quais são os itens mais importantes à empresa, um dos métodos mais utilizados é a curva ABC, controle dos prazos de validade, e o giro de estoque, que é o parâmetro responsável por indicar o desempenho dos itens em relação aos recursos dispendidos para mantê-los. Para calculá-lo, é preciso considerar a média de saída.

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Angelo Rodrigues

Executivo de Contas B2B, Especialista em Spin Selling e Vendas de Valor.

Como o ERP Ajuda a Potencializar suas Vendas

ERP ajudando nas suas vendas

Pensando no passado, mais ou menos na década de 90 quando eu chegava no cliente sem nenhuma informação, apenas o endereço e o nome do contato, e que por muitas vezes nem era mais a pessoa a procurar. Sem falar que como eu não tinha informação do meu lado também, não podia comemorar as vendas, tinha que esperar o departamento financeiro, aprovar toda a negociação.

Ainda hoje muitas empresas trabalham no escuro. Digo isso quando o vendedor ou representante esta a frente do cliente totalmente cego de informações, tanto do cliente quanto do seu próprio produto. Não sabe se o cliente esta ok para compra, não sabe a sua posição de estoque, informações mais detalhadas dos produtos etc.

Com a vinda do ERP e a unificação de informações de várias áreas da empresa, essa escuridão começa a desaparecer. A partir do momento que o faturamento ( comercial) começa a ter informações do departamento financeiro, sabendo a posição atual dos clientes, se tem boletos atrasados ou não, se tem liberação para condições especial, parcelamentos e descontos, essas informações já chegam na ponta ( vendedor ) e isso é uma ajuda fantástica na hora da negociação, porque veja um vendedor pode até se tornar um negociador de dividas, já que ele esta a frente do cliente e tem livre acesso as informações.

As informações sobre os seus produtos também começam a serem transmitidas de forma online muitas vezes. O vendedor consegue ter uma posição do estoque, ter informações valiosas sobre os seus produtos, mudanças, novos produtos, enfim… ele ganha armas para negociar.

Em muitas empresas hoje, esse processo é todo online, o vendedor já recebe a rota do dia, informações detalhadas de quem vai visitar, informações como por exemplo, ultimas compras, últimos produtos, produtos mais vendidos, sugestões de novos produtos levando em conta o que ele já compra e todas as tabelas e negociações que pode fazer em cada cliente.

O mercado já oferece hoje ferramentas pesadas de força de vendas, totalmente integradas com o ERP, que além de todas as informações citadas acima, passa ao vendedor as informações do que desempenho, metas, prêmios, etc. Algumas delas até passa informações sobre a posição em tempo real dos seus colaboradores para que seus gestores possam controlar melhor suas equipes.

O pedido online já é uma realidade muito usada hoje, quando o vendedor mau saiu do cliente e o seu pedido que já foi enviado de forma online, já está sendo faturado, separado e logo depois enviado ao cliente.

Dentre todas essas informações temos o outro lado também, o lado da gerencia, quem toma as decisões. Com ferramentas de BI integradas, o gestor consegue receber uma gama de informações, separadas por pessoas, equipes, regiões, cidades, estados, etc. Consegue ver por linha de produto, consegue cruzar informações de produtos mais vendidos por região ou até mesmo saber qual cliente não está mais comprando, não esta sendo trabalhado e tomar decisões rápidas para ter retorno.

Para finalizar, a integração que o ERP faz com os departamentos, alimentando a equipe comercial com dados precisos na hora da negociação é um grande ganho para qualquer empresa, sendo ela pequena, media ou grande.

Esse conteúdo fez sentido para você? Nos ajude a melhorar sempre, deixe sua opinião

 

 

Fabio Monegatti

Executivo de Contas B2B, especialista SPIN SELLING. e vendas de valor.

RM, PROTHEUS ou DATASUL Qual ferramenta da TOTVS escolher?

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Deixa eu
perguntar uma coisa para você que está lendo esse artigo agora mesmo “Qual o
melhor carro para comprar?” ou “Qual o melhor filme para assistir hoje?”.  Claro que você tem uma resposta e claro também
que as suas respostas podem ser completamente diferentes da expectativa de quem
está perguntando. E sabe quem está certo ou errado? Ninguém!

A minha
vida inteira gostei de filmes de ação ou futurismo plausível tipo “2001 uma
odisseia no espaço” (esse Futurismo já inclusive é passado!) e a também da saga
Alien, pois quem não alucina sobre criaturas extraterrenas dotadas de poderes
absurdos que podem existir em um local do espaço muito longe da terra (Graças a
Deus né!).

Isso mostra
que cada um tem um gosto ou preferência para filmes e carros e que não existe
resposta correta e pronta que satisfaça completamente a todos. Mas, no caso de
Sistemas Empresariais, funciona da mesma forma?

A reposta é SIM e NÂO ! !

Desculpe a redundância
prolixa na resposta, mas vou explicar o porquê da resposta SIM e porque da
resposta NÃO, assim talvez consiga me redimir com você que lê esse artigo
procurando uma resposta objetiva. E Sim, eu vou dá-la.

Para exemplificar, vamos fazer uma analogia sobre carros (apenas para citar um exemplo). Eu gosto de carros grandes, espaçosos e com ar condicionado (claro), mas não valorizo por exemplo rodas esportivas. Prefiro as rodas tradicionais que além de mais baratas, para mim mantem o estilo do carro que a pessoa que projetou queria passar. Bom, isso é correto? É o melhor? Vamos analisar um pouco mais.

Um carro
grande é planejado para caso você precise de espaço para carregar mais pessoas,
mais pesos e mais volume, claro que ele vai gastar um pouco mais de gasolina,
mas vai te compensar se você andar muitos quilômetros por causa da estabilidade
e principalmente de quantidade de pessoas e coisas que você pode carregar nele.
Você certamente vai chegar no seu destino menos cansado e sabendo que ainda
poderia viajar muito mais com o mesmo veiculo sem precisar fazer mais de uma viagem.
Bom, certamente vai gastar um pouco mais de gasolina com isso. Agora, e se você
não pretende viajar para muito longe? Ou suas viagens geralmente levam pouca
gente ou pouca bagagem? Neste caso, você estaria rindo de mim por escolher ou
preferir um carro grande e que custa mais caro ou mesmo gasta mais gasolina
correto?

No caso da
escolha do seu sistema ERP é exatamente a mesma coisa.

OS ERP(Sistemas
de Gestão Empresariais) são basicamente 
um motor do crescimento de sua empresa, como um carro, se você não
souber para onde esta indo, não adianta o carro ser bom. Se você sabe onde esta
indo e a velocidade não pode ser rápida, o carro não precisa ser esportivo. Se você
pretende ir bem longe e levar muita gente com você, certamente você vai precisar
de um carro maior que chegue lá, pois se você escolher agora um carro menor,
quando decidir fazer a viagem mais longa certamente vai ter que trocar de carro.

Neste
contexto de comparação, Qual ERP ESCOLHER então?

A TOTVS ® é detentora de algumas marcas, mas neste artigo vou explanar rapidamente um pouco da história de 3 Marcas (RM, DATASUL e PROTHEUS), para ajudar a responder a pergunta que fizemos no título desse artigo sem mais delongas.

Fonte: Site Totvs Relacão com Investidores.

A RM® Sistemas

A história da RM começa em 1985, quando Rodrigo Diniz (o socio fundador da RM) trabalhava em uma construtora onde era encarregado de calcular a Folha de Pagamento da Empresa. Logo que Rodrigo passou no vestibular ganhou uma calculadora e logo teve a ideia de fazer “programinhas” na calculadora para agilizar o calculo da Folha de Pagamento. Resumindo, esse era o início da RM Sistemas. A RM® foi fundada em 1986 em BELO HORIZONTE com o nome RDM processamento de dados como sendo a empresa que tinha desenvolvido um sistema inicial de calculo de Folha de Pagamento de muito sucesso. Depois de alguns anos, o sistema cresceu e virou em ERP completo até que em 2006 o controle acionário da RM passou para as mãos da Holding de nome TOTVS, onde virou um produto do seu portfólio. A RM Sistema recebeu vários prêmios de 2004 até 2006 como a “melhor empresa de Software do Brasil”  com seu carro chefe de Gestão de Pessoas” e até hoje, tem um expertise incontestável nesta questão.A

DATASUL®

Fundada em 1978 por
Miguel Abuhab, para assessorar empresas do setor
industrial
 na implantação de centros de processamentos de dados,
a companhia se estabeleceu como pioneira no fornecimento de softwares de
automatização de sistemas empresariais no país. Miguel após vender a empresa
para a TOTVS, comprou outra empresa de T.I. que atende a grandes clientes
internacionais que segue o segmento de supply chain.

Em 1996 a Datasul apostou na consolidação dos PCs como ferramenta de gestão empresarial e desenvolveu o primeiro software integrado de gestão administrativa e de controle de produção para microcomputadores


Em 1989 lançou
o Magnus, um software aplicativo literalmente integrado para gestão
empresarial, escrito em linguagem de quarta geração e banco de dados relacional
Progress.


O Protheus®

O Sistema nasceu em 1991 com o nome Siga Advanced® pelos seus proprietários Laercio Consentino e Ernesto Haberkorn. O “Siga Advanced” foi criado com o objetivo de ser uma aplicação inicialmente tipicamente de BackOffice e Controladoria Financeira e Contábil com módulos de produção supplychain. Em 1999 foi desenvolvido um novo framework completamente focado em tecnologia cliente x servidor de nome Microsiga PROTHEUS. Durante esses anos, o Protheus foi aumentando sua estrutura sem desfoque do cenário Fiscal/Contabil Brasileiro, e deixando a ferramenta cada vez mais robusta em suas vertentes de SuppyChain, Chao de Fábrica e Recursos Humanos. O crescimento escalabilidade da ferramenta fizeram a empresa MICROSIGA a partir de 2004 iniciar seu ritmo de aquisições (RM, DATASUL, LOGOCENTER, entre outras) em 2005 entrou no mercado aberto BOVESPA através do seu IPO sendo a 1ª empresa no segmento a abrir mercado já com o nome de TOTVS®. Atualmente o Microsiga Protheus tem o nome apenas de PROTHEUS sendo mais uma importante marca do grupo TOTVS®

Fontes: Wikipedia e Sites WWW.TOTVS.COM.BR.

Bom, esse é
o importante resumo de uma grande história de sucesso ao qual tive (e ainda tenho)
a oportunidade de acompanhar desde seu inicio.

Ahh.. Então agora me responda. Qual o Melhor ERP para sua Empresa? Já consegue ter seu Insight de qual seria o melhor “carro” para sua viagem? Comenta aqui !

Eu sou o Marcus Feixas, 48 anos, Consultor, Empresário, Coach e antes de tudo, um vendedor de soluções focado em achar a melhor solução para meus clientes.

RM, PROTHEUS ou DATASUL Qual ferramenta da TOTVS escolher?

o que é industria 4.0. Saiba mais

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O que é Industria 4.0 ?

Ultimamente estamos ouvindo falar muito em Transformaçao Digital e seus impactos no mundo dos Serviços em geral (vide Uber, Airbnb, Netflix, entre outros.) Mas e a industria? não entrará nesta onda de automação digital?

Senhores, Bem vindo a INDUSTRIA 4.0.

Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial é uma expressão que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de Sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas[1] e Computação em Nuvem.[2][3][4]

A Indústria 4.0 facilita a visão e execução de “Fábricas Inteligentes” com as suas estruturas modulares, os sistemas ciber-físicos monitoram os processos físicos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. Com a internet das coisas, os sistemas ciber-físicos comunicam e cooperam entre si e com os humanos em tempo real, e através da computação em nuvem, ambos os serviços internos e intra-organizacionais são oferecidos e utilizados pelos participantes da cadeia de valor.[2]

Estas novas tecnologias trazem inúmeras oportunidades para a agregação de valor aos clientes e aumento de produtividade de processos, mas sem o enfoque adequado podem desperdiçar grandes investimentos, com poucos resultados.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
o que é industria 4.0

o que é industria 4.0

 

 

 

 

 

IOT, Impressão 3D, inteligencia artificial, SynBio, etc.

Onde você esta agora? é melhor se preparar, leia abaixo um pouco mais sobre isso ou fale conosco,

1. UM POUCO DA HISTÓRIA…

Antes de falarmos sobre a indústria 4.0, vamos passar rapidamente nas revoluções anteriores.

Máquinas a vapor – indústria 1.0 ou a primeira revolução industrial iniciou aproximadamente uns 250 anos atrás com o aumento da produtividade da indústria têxtil com as fábricas mecanizadas através das melhorias de James Watt com a máquina a vapor de Newcomen no século 18.

Produção em série – Em 1913, após a introdução da linha de montagem por Henri Ford, iniciou a segunda revolução industrial, a indústria 2.0, no qual resultou em um grande aumento na produção do modelo T chegando a um volume de 15 milhões. E assim, outras fábricas começaram a aplicar as linhas de montagem para o aumento da eficiência e produtividade e redução de custos.

Sistemas automatizados – Já na indústria 3.0, nos anos 70, iniciou a montagem automatizada com a aplicação de computadores no chão de fábrica, uso de CNC em centros de usinagem, máquinas de inserção de componentes, etc, com isso os trabalhos mecânicos realizados por seres humanos começaram a ser executados por robôs computadorizados. E hoje, graças a estas fábricas altamente automatizadas nos proporcionam a oferta de smartphones, tablets e diversos produtos eletrônicos a um preço que podemos pagar.

2. O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

O termo indústria 4.0 foi utilizado pela primeira vez em 2011 em uma feira de Hanover, refere-se à quarta revolução industrial, e foi originada de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo alemão, promovendo a informatização da fábrica.

Resumidamente é um conjunto de tecnologias baseada nos conceitos e nas respectivas interações entre os sistemas cyber-físicos, a Internet das Coisas e o Big Data, assim tornando uma “fábrica sem papel”, facilitando a visão e as tomadas de decisões por humanos da fábrica inteligente.

Industria 4.0

 

Exemplo de uma indústria 4.0

Para exemplificar um cenário de indústria 4.0, vamos analisar uma usina de álcool e açúcar.

Para uma melhor compreensão, vamos dividir basicamente em 2 momentos, a primeira seria a coleta das informações e na segunda o grande sistema realizando as ações.

Dados internos e externos

  • (Dados Externo) Meteorologia – Recebeu a informação da previsão do tempo que em 3 dias haverá um grande volume de chuva.
  • (Dados Externo) Agência de Notícias – As notícias informam que o governo deverá ampliar os estoques em 15% de etanol até o final da safra.
  • (Dados Externo) Bolsa de Mercadorias e Futuro – O mercado está sinalizando que o preço do açúcar poderá subir até 3% até o final da safra.
  • (Dados Externo) Fornecedor – Com o aumento da produção, o fornecedor informou que não conseguirá atender a demanda projetada.
  • (Dados Interno) Sistema de Gestão da Produção – Na próxima semana, o sistema de gestão da fábrica, com os dados recebidos dos coletores das máquinas, informa que será preciso realizar paradas planejadas de manutenção preventiva para duas máquinas.

Ação

  • Decisão – Após os dados recebidos, o “grande sistema” inicia a tomada de decisão de forma automática com os parâmetros previamente informados pelos gestores.
  • Ações do “grande sistema”
  • Devido as chuvas previstas nos próximos dias e o aumento da demanda do governo, o sistema automaticamente inicia as intervenções e os ajustes necessários, como a configuração dos novos setups nos CLPs, para o aumento da produção e da produtividade.
  • Com a previsão do aumento do preço do açúcar no mercado futuro, o caldo primário também é direcionado para o aumento da produção de açúcar.
  • É disparado o processo de compra de um fornecedor alternativo e também a reserva dos insumos para o aumento da produção.
  • Com o aumento da produção, as paradas planejadas para as manutenções preventivas são reprogramadas para uma data, afim de atender a maior demanda, não afetando a disponibilidade das máquinas.

Agora imagine que todas estas informações foram consolidadas por um “grande sistema” e que ele próprio já toma decisões de forma autônoma, sem a interferência direta das pessoas, mas também poderia oferecer possíveis soluções para os gestores. Isto é um simples exemplo e conceito de uma indústria 4.0.

Portanto na indústria 4.0, as tomadas de decisões podem ser mais assertivas e de forma autônoma, sempre baseado em dados internos (dentro da fábrica) e externos (fora da fábrica).

3. FATORES QUE DEFINEM A INDÚSTRIA 4.0 

  • Interoperabilidade
  • Virtualização
  • Descentralização
  • Tempo Real
  • Orientado a serviço
  • Modularidade

Portanto, na indústria 4.0 temos:

  • Sistemas e sensores inteligentes que informam para as máquinas como elas devem trabalhar e como estarão envolvidos em cada estágio do processo de manufatura, assim fornecendo os dados, como o feedback, afim de obter um maior controle da produção.
  • Os processos devem ser auto-gerenciados em um sistema modular descentralizado. Sistemas embutidos inteligentes começam a trabalhar em conjunto com a troca de dados e informações, de forma direta e também através da ”nuvem” na Internet. Com isso, os sistemas de controles industriais serão mais complexos e distribuídos, possibilitando um processo mais flexível e bem minucioso dos processos.
  • Os sistemas centralizados rígidos de controle das fábricas cedem agora seu lugar para inteligência descentralizada, com a comunicação máquina com máquina (M2M) no chão de fábrica.

A indústria 4.0, ainda é mais um conceito do que uma realidade, mas está sendo motivada por três grandes mudanças no mundo industrial produtivo:

  • Avanço exponencial da capacidade dos computadores.
  • Imensa quantidade de informação digitalizada – Big Data
  • Novas estratégias de inovação (pessoas, pesquisa e tecnologia)

Em um curto espaço de tempo veremos todas as tecnologias interligadas e propiciando as tomadas de decisões no conceito da indústria 4.0.

4. REVOLUÇÃO OU EVOLUÇÃO? 

As revoluções industriais não ocorreram em apenas um dia, e sequer reconhecida como tal na época. A Indústria 4.0 pode ser revolucionário ou evolucionário, independente disso, isto é uma consequência natural da comunicação M2M (Máquina para Máquina) e IOE (Internet de todas as coisas) na automação do chão de fábrica, assim proporcionando uma produção com um menor custo e com uma melhor rentabilidade.

O certo é que a produção industrial será muito mais eficiente e certamente mais lucrativa, portanto o melhor que podemos fazer é tornar isto uma realidade.

 

 

 

NFe 4.0 – O que Mudou ?

nfe40

 

O que muda com a NFe 4.0

O preenchimento incorreto ou a falta de informação em alguns campos já existes ou novos da NFe é o que geram as rejeições de nota fiscal. Para evitar estes problemas é preciso saber das novas validações que entrarão em vigor com a nova versão e se preparar revisando cadastros.

  • Campo Indicador de presença, incluída a opção 5 (operação presencial, fora do estabelecimento, utilizada no caso de venda ambulante).
  • Inclusão no campo refNF(id:B07)da opção 2 = Nota Fiscal modelo 02.
  • Criação de novo grupo “Rastreabilidade de produto” para permitir a rastreabilidade de qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, casos de recolhimento/recall, além de defensivos agrícolas, produtos veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas, embalagens, etc., a partir da indicação de informações de número de lote, data de fabricação/produção.
  • Criação de campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais com ST
  • Inclusão de campo no Grupo Total da NF-e para informar o valor total do IPI no caso de devolução de mercadoria por estabelecimento não contribuinte desse imposto
  • Alterado Grupo X-Informações do Transporte da NF-e com a criação de novas modalidades de frete.
  • Alteração do nome do Grupo “Formas de Pagamento” para “Informações de Pagamento” com a inclusão do campo valor do troco (tag:vtroco). O preenchimento deste grupo passa a ser possível também para NFe, modelo 55.
  • Validação do percentual informado para o FCP.
  • Validação do somatório dos campos FCP, FCP-ST, IPI devolvido, quando informados nos itens.
  • Inclusão do valor total do IPI devolvido, quando ocorrer, e do valor do Fundo de Combate à Pobreza ST no valor total da NFe.
  • Validação para vedar o preenchimento de campos relativos a transporte quando for operação interestadual. Podendo, a critério de cada UF, a validação ser aplicada as operações internas.
  • Validação do preenchimento do Grupo “Informações de Pagamento” para NFC-e  e NF-e, a critério de cada UF.
  • Validação para verificar o preenchimento dos campos relativos a volume e peso da mercadoria quando informado contratação do frete no campo modalidade de frete.

Fonte: SPED Brasil

 

 

 

 

Entenda o que é API

Se você utiliza a internet para realizar tarefas básicas como ler e-mails, comprar produtos ou navegar em redes sociais, com certeza você já utilizou um API.

De forma simples, o API permite que ocorra troca de informação entre dois ou mais sistemas, de forma automatizada.

É algo bastante utilizado no mundo digital, pois agiliza processos e facilita a vida do desenvolvedor e usuário final. Além disso, pode ser aplicado tanto no mundo B2C quanto no B2B.

Ao longo do texto iremos abordar o que é API, como é sua utilização no dia a dia e as principais vantagens que o recurso pode trazer. Acompanhe!

O que é API?

O termo API vem do inglês Application Programming Interface e significa Interface de Programação de Aplicativos.

Sua finalidade é de estabelecer padrões para que programas e aplicativos possam realizar uma comunicação entre si. Ou seja, o API define um comportamento específico necessário para que ocorra uma troca de dados.

Todo o processo é realizado na codificação da aplicação e não requer nenhum tipo de configuração por parte do usuário final, muitas vezes ele nem percebe que está utilizando um API. Os sistemas é que trabalham em conjunto para que a integração aconteça.

Além disso, uma vez que a integração foi realizada, a troca de informações não requer nenhuma intervenção humana, tudo ocorre de forma automatizada.

Imagine uma ponte que conecta dois lados de um rio. Uma vez construída, as pessoas podem transitar livremente para ambos os lados. Assim ocorre o tráfego de dados entre sistemas por meio de API.

Com o intuito de garantir a segurança dos dados, a empresa que desenvolve o software deve liberar o API para que outros possam acessar. Sendo assim, ela fornece os padrões que devem ser seguidos caso algum programa queira se integrar.

 

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Aplicações do API no dia a dia

Como mencionado, muitas vezes utilizamos recursos de API sem saber, tendo em vista que tudo ocorre na parte de codificação do software. Além desse fato, cabe ressaltar que o setor corporativo não é o único que se beneficia do uso do API.

É comum que a utilização do API seja voltada para cadastros e mapas. Mas toda e qualquer aplicação depende da necessidade e desenvolvimento da empresa.

Pensando na frequência com que as pessoas utilizam redes sociais atualmente, os desenvolvedores pensaram numa forma de facilitar o cadastro de usuários em novos softwares.

Ao acessar a base de dados da rede social escolhida pelo usuário, o software consegue adquirir informações como nome, data de nascimento, cidade de residência entre outros.

Portanto, o interessante para o desenvolvedor é a otimização do processo, uma vez que os dados já estão confirmados e o usuário não precisa preencher tudo novamente.

Um bom exemplo de implementação do assunto são os aplicativos de geolocalização. A grande maioria dos que necessitam utilizar alguma informação de mapas, GPS ou posicionamento, fazem um API com o Google Maps.

Isso ocorre porque o Google já tem um sistema bem consolidado e fornece o API para que outras empresas façam esse contato, evitando que novos sistemas de mapas sejam criados a todo momento.

Quais são as vantagens do API?

Levando em consideração o fato de ser integrado, não é necessário construir tudo novamente, economizando tempo no desenvolvimento de novas ferramentas, além de descartar a ação de atividades repetitivas.

As únicas beneficiadas não são somente as empresas da área tecnológica. No mundo corporativo, a economia de tempo permite que os funcionários, que antes realizavam tarefas manuais, possam priorizar assuntos de maior relevância.

Imagine um setor de e-commerce, em que o usuário desiste da sua compra. Uma ação como essa faz com que a empresa perca uma venda. Entender o motivo da desistência é uma maneira de prevenir uma queda na receita.

Utilizando um API, é possível notificar algum funcionário do setor de Customer Success ou enviar um e-mail diretamente para o comprador. As ações ocorrem de forma automática, e ainda podem ser integradas com o sistema de gestão da empresa.

Agora que você conhece um pouco mais sobre o que é API, suas principais aplicações e vantagens, vale a pena levar em consideração como esse recurso pode ser utilizado na sua empresa. Então continue com a gente e saiba como ter uma gestão integrada empresarial!

ESB: como facilitar a integração complexa de grandes sistemas

Com cada vez mais tecnologia sendo adicionada no dia a dia de trabalho, também fica mais difícil acompanhar tudo. Não bastando o cérebro eletrônico ser mais rápido que o humano, ele ainda está em maior número. Mas, rebelião das máquinas à parte, você vai precisar aprender a lidar com tudo isso ao mesmo tempo para se manter no mercado. E uma das soluções que podem te ajudar aqui é o ESB, ou Enteprise Service Bus.

Talvez você não conheça esse termo. Não tem problema, certamente não é o único. Mas, agora que você conhece, é hora de ver como ele pode simplificar o complexo sistema do seu negócio.

O que é um ESB?

Como já mencionamos, é uma abreviação de Enteprise Service Bus. A grosso modo, é um sistema que serve para transportar as informações dos demais sistemas entre si e para o usuário final. Daí ele ser chamado de “ônibus”.

Com esse software de gestão, a empresa coloca todas as outras centenas de softwares utilizados sob uma mesma liderança. Se você ainda não acredita na rebelião das máquinas, o resultado pode ser bem vantajoso para você.

Como ele pode ajudar na integração de sistemas complexos?

1. Economia de capital

Cada centavo gasto na sua empresa faz a diferença. Se você não for responsável com o seu faturamento, pode ir dando adeus a ele. A questão é que, independente do seu profissionalismo, uma parte do seu dinheiro se perde em processos mal otimizados. É um e-mail perdido aqui, uma reunião atrasada ali, um ou outro material jogado fora, e tudo se acumula.

Com o auxílio de um ESB, você pode otimizar os processos da empresa e economizar um terço do seu rendimento. Em universidades e grandes escolas, por exemplo, há muitos eventos e compromissos que alunos e docentes devem acompanhar. Se todos esses sistemas estivessem sob a mesma tutela, menos pessoas perderiam prazos para entregar trabalhos.

2. Aceleração de processos

Já parou pra pensar em quanto tempo você gasta apenas para correlacionar diferentes relatórios dentro do seu negócio? Sem falar no tanto de faturamento que você deixa de produzir nesse período. Pois é, os números não são pequenos. Evitar esse desperdício pode melhorar muito a sua vida.

Setores muito burocráticos, como o de logística, já têm pouco tempo pra manobrar. Ter sistemas devidamente integrados e otimizados pode ser a diferença entre perder ou cumprir um prazo. Nesse setor, cada 5% de economia de tempo já conta.

3. Visão ampla sobre o panorama da empresa

Por fim, mas não menos importante, conseguir olhar toda a empresa sob uma mesma lente vai te ajudar muito na hora de tomar alguma decisão. Saber, por exemplo, que o setor de vendas está rendendo pouco por que o marketing não teve orçamento para uma campanha descente pode te impedir de desperdiçar muito dinheiro substituindo uma equipe inteira de vendas.

Agora você já sabe quais são os benefícios do ESB para sua empresa. Quer se aprofundar mais no assunto? Então veja faça download gratuitamente do nosso guia sobre ERPs e tire todas as suas dúvidas!

Darwin, Evolução e Transformação Digital

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Charles Darwin e Transformação Digital ?

Charles Darwin (1809-1882 ) foi um naturalista inglês, autor do livro “Da Origem das Espécies”. Formulou a teoria da evolução das espécies, anteviu os mecanismos genéticos e fundou a biologia moderna. É considerado o pai da “Teoria da Evolução das Espécies”.

O que isso tem a ver com a sua empresa exatamente neste momento?

Pergunta: Você sabe porque Empresas Gigantes como MESBLA, MAPPIN, OLIVETTI, BLACKBUSTER, KODAK, XEROX, entre várias outras que simplesmente desapareceram ou são praticamente insignificantes hoje?
Resposta: Elas não agiram com a velocidade necessária diante da Tecnologia e as mudanças e evoluções que foram ditadas pelos seus mercados e as necessidades novas criadas pelos clientes. Mesmo sendo as lideres absolutas dos seus respectivos setores, elas ainda assim desapareceram rapidamente do cenário pois não souberam acompanhar a tecnologia se posicionar perante as mudanças que apareceram. Desta forma viraram verdadeiros “fosseis” respeitáveis do passado…

 

Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, e sim as mais suscetíveis a mudanças.
Charles Darwin.

 

Mas o que Transformação Digital tem a ver com Evolução das Espécies?

Imagine você, em um dia comum, tomando um café ou bebendo uma cerveja a noite em algum local com seus amigos e de repente, se dá conta que esqueceu que no dia seguinte iria a uma importante festa e que tinha que comprar salada, carne, cerveja e um presente. A festa era importante e a aniversariante uma grande amiga ou parente que sempre lembra de você em todos os eventos !  E já eram 21;30 da noite e você não teria como ver preços, locais, comprar o presente e ir buscar antes da festa !….

Neste momento você calmamente pega seu SmartPhone, abre o Aplicativo do Pão de Açúcar( *), escolhe a salada, carne e bebidas, já faz o pagamento pelo seu Paypal ou cartão de credito já seguramente cadastrado no aplicativo, agenda a entrega para o local da festa que chegará fresquinho e no horário, tudo isso você gastou por volta de 5 minutos, logo depois acessa o Aplicativo da Giulina Flores(*), escolhe um lindo arranjo de flores, um cartão com textos de aniversários, personaliza ele na hora, enquanto toma um gole da sua cerveja ou café, agenda a entrega para o dia seguinte, paga com seu link do Paypal ou Cartão de Crédito e seguramente fecha seu SmartPhone e continua sua reunião tranquilamente com seus amigos.!

Bom, esse futuro, já existe e você pode fazer isso HOJE mesmo!

 

“Sim, mas na minha empresa eu não vejo como fazer essas automações..”

 

Será que não? Quais são as informações que seus clientes, fornecedores, colaboradores necessitam e sempre precisam ligar na empresa, ou enviar um e-mail pedido, ou mesmo esperar chegar as 08.00hs da manha do dia seguinte para solicitar para alguém ou departamento de sua empresa?

Será que grande parte destas informações não poderiam estar estruturadamente acessível ?  Neste momento, enquanto eu escrevo esta matéria, me lembrei que precisava comprar passagens e alugar um local para um grande e importante evento de Marketing que vamos participar em Florianópolis em Outubro. Já reservei o VOO e Aluguei uma casa para 6 pessoas usando AirBnb(*) e Submarino Viagens(*).

E você, o que pode fazer pelo seu cliente para tornar a vida dele mais próxima de você? Mais prática e mais Digital?  Será que seus concorrentes já não estão pensando exatamente nisso agora?

Preparei pessoalmente um e-Book gratuito (clique aqui para Download) falando um pouco de como e porque criar estrategias para ajudar o entendimento do próximo passo.

 

Um forte e Fraternal Abraço !

Marcus Feixas

5 dicas para melhorar a gestão contábil da sua empresa

A gestão contábil de uma empresa precisa sempre estar em uma melhoria constante, devido a isso, é necessário ter muita atenção para executar essa tarefa.

Esse setor costuma ser bastante complexo, porém ele é muito relevante para o bom andamento do negócio, e é por isso que jamais deve ser deixado de lado. O grande problema é que muitos empreendedores têm dificuldade em gerir esse departamento, tomando decisões equivocadas, as quais prejudicam toda a empresa.

Pensando nisso escrevemos este artigo, que vai te ajudar a melhorar a gestão contábil da sua empresa, com apenas 5 dicas. Acompanhe!

1. Registre todas as operações

Registrar todas as operações da empresa é essencial para ter uma gestão contábil eficiente. Por meio desse controle, você saberá exatamente quais são suas receitas e despesas. Além disso, você pode conseguir prever futuros prejuízos, e criar estratégias para eliminá-los, antes que aconteçam.

As principais operações que você deve registrar são:

  • vendas a prazo ou à vista;
  • compras por departamentos;
  • despesas com os colaboradores;
  • impostos e encargos;
  • pagamentos e recebimentos.

2. Delegue suas tarefas

A sobrecarga de trabalho interfere na produtividade, concentração e eficiência do gestor, por isso é de suma importância que você delegue suas tarefas para os seus colaboradores. Assim, você vai conseguir focar mais no seu trabalho e diminuir suas margens de erro.

Além do mais, sua equipe estará mais confiante e motivada, sabendo que você confia nela para ajudar a solucionar questões importantes da empresa.

3. Faça reuniões de acompanhamento com o contador

O contador da empresa deve ser seu braço direito, por isso que as reuniões com ele devem ser frequentes. Nesse encontro, é importante você verificar quais foram os tributos recolhidos pela empresa, se o regime tributário adotado é o ideal para o seu negócio, analisar os balancetes etc.

Em resumo, essa reunião se faz necessária porque você precisa saber o que está acontecendo dentro do empreendimento, e também para solucionar problemas financeiros que podem pôr em risco o bom andamento do negócio.

4. Armazene corretamente os documentos

Os documentos do negócio devem ser armazenados na empresa e não com o contador; isso vai proporcionar mais segurança à organização e ao contador também.

Porém, é importante você saber que existem alguns documentos que devem ser remetidos ao contador e, posteriormente, eles serão devolvidos à empresa, tais como as notas fiscais, extratos bancários, registro de venda, entre outros.

Os documentos mais importante que devem ser armazenados corretamente são:

  • registro de firma individual;
  • contrato social;
  • CNPJ;
  • alvará etc.

5. Tenha um sistema informatizado integrado

O ponto principal para melhorar a gestão contábil da empresa é poder contar com a tecnologia a seu favor e automatizar os processos do negócio.

Os sistemas de gestão ERP são desenvolvidos para que você tenha mais comodidade e segurança na hora de realizar suas tarefas, por isso que contar com essa ferramenta para fazer uma gestão contábil mais eficiente é fundamental, pois além de gerar relatórios precisos e auxiliar nas tomadas de decisões, ela diminui as margens de erros, as quais podem gerar danos para o seu negócio.

A gestão contábil é a base de qualquer empreendimento. Por meio dela você pode criar estratégias para fazer novos investimentos, com a finalidade de fazer a empresa expandir. Porém, não são todos que seguem essas dicas e acabam afundando o seu negócio por não saber gerir o setor contábil. Por isso, é importante que você aprofunde o seu conhecimento e melhore a gestão contábil da sua empresa.

Deixe seu comentário no post e compartilhe suas dúvidas e experiências sobre gestão contábil!

Gestão da cadeia de suprimentos: por que e por onde começar?

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Cumprir os objetivos organizacionais é um desafio vinculado ao desempenho e à integração de todos os setores de uma empresa. E, nesse contexto, a gestão da cadeia de suprimentos é um procedimento determinante para o sucesso.

A cadeia de suprimentos (Supply Chain) consiste em um conjunto de diferentes fluxos e relações estratégicas entre empresas, fornecedores, fabricantes, distribuidores, varejistas e clientes, relacionado ao gerenciamento integrado de todos os parâmetros envolvidos no processo produtivo.

Administrar corretamente essa complexa rede de informações reduz custos e agrega qualidade à produção. Você quer melhorar a gestão financeira do seu negócio? Então, confira 5 estratégias para gerenciar a cadeia de suprimentos!

1. Integração com os fornecedores-chave

Os fornecedores são agentes importantíssimos na cadeia produtiva. Portanto, é essencial estabelecer uma comunicação eficiente e favorecer o tráfego de dados com esse público. Para otimizar os fluxos de informação, recorra aos sistemas eletrônicos (B2B ou e-Procurement) e ao suporte de um bom departamento de TI.

A integração apropriada com os fornecedores-chave possibilitará a redução de custos, a flexibilidade de prazos, a minimização de falhas, entre outros benefícios. Por isso, se for necessário, reveja e modernize seus mecanismos corporativos.

2. Atenção às necessidades dos clientes

Estar atento às carências e expectativas dos consumidores proporciona o entendimento necessário para planejar uma rede logística funcional. É preciso identificar as demandas dos clientes-chave para definir ― ou modificar ― a localização e a quantidade de centros de distribuição.

Também é importante aperfeiçoar o gerenciamento desses canais de distribuição, atualizando os métodos de operação das unidades. Avalie e considere possibilidades relacionadas à terceirização, à automação logística e aos sistemas de informação.

3. Otimização na gestão de estoques

Investir no aprimoramento da gestão de estoques é trabalhar com o ponto fraco da maioria das empresas. Normalmente, deficiências no gerenciamento de produtos, matérias-primas e demais componentes resultam em significativas perdas financeiras.

Abandone planilhas eletrônicas e recursos ultrapassados. Implantar um sistema especializado em gestão de estoques, associado a metodologias eficientes, proporcionará melhorias nos serviços prestados e evitará gastos desnecessários.

4. Implantação do Lean Supply Chain

Você já ouviu falar em Lean Supply Chain? Trata-se de uma metodologia elaborada para evitar desperdícios e eliminar atividades que não agregam valor à cadeia produtiva. Tem como objetivo entregar o produto final ao consumidor na quantidade requerida, cumprindo prazos, reduzindo custos e garantindo os níveis de qualidade.

Todavia, o sucesso na implantação do Lean Supply Chain requer paciência. É um processo contínuo, de longo prazo, que deve ser implementado tanto no âmbito logístico como administrativo.

5. Utilização do S&OP

O S&OP (Planejamento de Vendas e Operações) é um processo tático e colaborativo, desenvolvido para prever as oscilações da cadeia produtiva e reduzir as perdas de receita. Ele auxilia as organizações a alcançarem um equilíbrio entre suprimentos e demandas, aumentando o nível dos serviços.

Um bom planejamento de S&OP baseia-se em três fatores: previsão estatística, gestão de eventos e colaboração. Pesquise os métodos e experimente.

Essas foram algumas sugestões sobre como aprimorar a gestão da cadeia de suprimentos na sua empresa. Você quer conquistar resultados nunca vistos? Então, lembre-se: a otimização dos processos corporativos depende de metodologias eficientes e um bom suporte tecnológico. Invista na automatização!

Quer mais dicas sobre gestão estratégica? Então, confira esse artigo sobre como gerenciar uma empresa de prestação de serviços!