Gestão de Projetos ou Projéteis?

Conheça as armadilhas  emocionais de projetos, e quais os insights que podem salvar a sanidade de todos os envolvidos

 

Fala Irmãozinho(as) !  Tudo bem ai?  Vamos falar de Projetos?

A maioria das pessoas da minha geração, seguiram um processo padrão estabelecido na minha época (anos 80), ou seja, trabalhar como OFFICE BOY enquanto estudava a noite, logo depois arranjavam um estágio, e depois trabalhavam na sua área fazendo carreira nela. Mas eu não trilhei o mesmo caminho e a culpa foi do meu pai!

Em 1986, eu tinha 16 anos de idade e meu pai preocupado que eu “fosse alguém na vida”, me matriculou num curso de Q-BASIC quando morávamos em Poços de Caldas/MG e logo após fez alguns grandes esforços e comprou um Computador pessoal de nome TK85 (Microdigita). Neste mesmo ano, a Microsoft® tinha acabado de fazer um histórico contrato com a IBM para desenvolvimento do WINDONS 1.0 que foi (na minha opinião) a pedra fundamental para a criação de grande parte DO MUNDO empresarialmente que vivemos até hoje.

Sim, eu sei que a APPLE® do gênio incontestável Stevie Jobs tem um capítulo completamente especial nisso tudo, porém meu foco é o inicio da “era da computação empresarial em massa” com a criação de servidores, sistemas e aplicações empresariais. Até onde eu sei, “o cara da empresa da maçã” nunca quis fazer um SERVER APPLE ou um Banco de Dados com a marca da maçã. Bom para o Tio Bill Gates, né.

Durante o curso, e com o computador na mão, comecei a aplicar e desenvolver pequenos programinhas na linguagem Basic. Aquilo era mágico para mim, você pensava, programava, testava e depois de alguns acertos acontecia exatamente o que você tinha pensado! Naquele momento eu senti uma sensação de poder sem limites.

Eu fiz uns “joguinhos” (lembrem que tinha 16 anos de idade né) e alguns programinhas que resolviam algumas coisas do meu dia a dia com o meu TK-85. Me lembro que fiz uma calculadora que convertia CRUZEIROS(CR$) em CRUZADOS (CZ$) (fique tranquilo para quem não sabe o que é isso, mas naquele ano o nosso Presidente JOSE SARNEY tinha criado uma nova moeda (Cruzado CZ$ ) no desespero de conter a inflação  de 225% ao ano de 1985 e com isso havia uma conversão necessária entre CRUZEIROS para a nova moeda de nome CRUZADOS.

O que isso tem a ver com O TITULO desse artigo? (Gestão de Projetos ou Projéteis)

Resposta è Absolutamente tudo, e vou explicar para vocês.

Imagine um garoto de 16 anos conseguir resolver os meus próprios problemas desenvolvendo programinhas com seu próprio computador em plena década de 80! Tudo ficou muito fácil na escola e no meu dia a dia. Era simples assim, eu tinha um problema, sabia exatamente o que aquele problema me causava, tinha o conhecimento da ferramenta para automatizar e resolver e por fim …. Tchammmm Problema resolvido por mim mesmo!

Bom, ali eu comecei a entender que um problema resolvido gera (depois de um tempo) visões de outros detalhes que não tinham sido nem percebidos antes da solução. Isso cria um ciclo infindável de melhorias para que exista uma sensação de “saciedade” da solução anteriormente terminada.

Me lembro que fiz um jogo que chamei de Aranha Assassina. Esse jogo eram umas aranhas (claro) que vinham descendo na tela de forma aleatória para sequestrar uma bandeirinha (lindamente desenhada com uma letra “P”, pois a resolução do monitor  era 64 x 44

pontos). Assim que a “aranha” pegava a bandeira o jogo terminava e o objetivo era acertar a aranha com alguns “tiros” para impedir o plano malévolo da esperta aranha em pegar o meu valioso “P”.

 }#{    è Esse era o Desenho da  Aranha.

 

Depois de várias versões novas, várias horas de desenvolvimento e mudanças decidi que já estava perfeito. Eu olhava aquele jogo com uma admiração única, eu planejei e fiz cada ponto daquilo, sabia das dificuldades em desenvolver com as limitações de equipamento e da memória, mas o resultado final para mim era incrível!

Alguns dias depois, eu ainda estava com a dopamina, serotonina e um pouco de adrenalina e então decidi que ia mostrar aquele “feito” da aranha assassina para o “mundo”. Chamei meu primo para vir em casa e mostrei o jogo.  Enquanto eu jogava efusivamente, explicava os desafios de atirar na aranha, da forma aleatória que ela descia, dos problemas que tive por causa do computador com pouca memória, por causa da limitação da resolução e mesmo assim eu havia feito uma aranha assassina. Depois que acabei de mostrar com o brilho nos meus olhos, virei para ele atentamente com um orgulho próprio que quem tinha ganho uma medalha de ouro nas olimpíadas e perguntei:

“Muito Legal né Juninho???”.

Ficou um pequeno silencio ensurdecedor de 3 segundos, ele me disse:

“É.”  (sic)

Depois dos eternos 3 segundos, ele me disse:

-“Primo, essa aranha é muito estranha, não seria melhor se fosse um escorpião? “

Eu praticamente quis brigar com meu primo…. Aquilo não fazia sentido algum! Poxa.. Qual a diferença entre Aranha e Escorpião ? O meu objetivo era fazer um jogo e jogar!! . Eu pensava “será que ele não entende que preciso de mais resolução de monitor para desenvolver um escorpião !?!” Aquilo simplesmente não fazia sentido para mim e literalmente “virei a cara” para meu primo.

Ali naquele momento eu tive a maior explicação e exemplo do que seriam meus próximos anos como consultor, gestor e por fim empresário. A valiosa lição que jamais esqueci…. O famoso desalinhamento conceitual de EXPECTATIVAS!

Eu queria mostrar meu feito e não olhei para as preferencias do meu primo e nem criei uma narrativa anterior explicando do “orçamento” que eu tinha, da limitação da ferramenta que estava disponível naquele momento, nem do próprio escopo que eu tinha em mente. Nem sequer perguntei se ele gostava de jogos!! E se tinha MEDO de aranhas!.

Realmente até aquele momento nem me interessava isso…. Eu tinha uma preferência, estudei semanas, aprendi, desenvolvi, testei e fiz o que eu achava estar perfeito. Isso era o  bastante para mim! Nossa que soberba da minha parte !

Bom, claro que se eu fosse vender o meu jogo para meu primo ele NÃO COMPRARIA. Ou se fosse um projeto solicitado por ele, teria que refazer tudo ou mesmo ter argumentos para explicar que escorpião era muito complexo fazer com resolução de monitor 64 x 44…

O que aconteceu então?

No jogo da Aranha Assassina eu era o Cliente e o Fornecedor ao mesmo tempo. Tinha a ferramenta e desenvolvi algo que realmente importava (para mim). Eu me senti profundamente ofendido quando meu primo “Juninho” criticou meu produto.  E meu primo profundamente decepcionado comigo porque não entendi que Escorpião era melhor que aranha.

Porque eu fiquei tão bravo com meu primo? Porque aquilo realmente me decepcionou a ponto não querer falar com ele? E ele? Porque ele quis me convencer por minutos que escorpião era melhor?

Bom, meu artigo realmente começa aqui !!! Nós somos seres racionais certo? Será que tudo o que fazemos em todos os momentos são completamente racionais? Será que todos envolvidos estão sempre focados em ver o que é apenas tecnicamente viável ou logicamente plausível?

Um jogo com mais de 1450 linhas de programação feito num computador dos anos 80 com limitação de resolução e memória entre outras é “lógico” que não teria como fazer um escorpião né… isso é LOGICO… Mas será que somos movidos apenas pelo LOGICO? A resposta é NÃO.

Vamos ao tema polemico :

Nós somos seres EMOCIONAIS e usamos a RACIONALIDADE para explicar (ou tentar) grande parte das ações geradas pelos sentimentos gerados com alguma situação ou gatilho.

E na boa, você concorda comigo que o que mais acontecem são GATILHOS emocionais em um Projeto certo??

Sim, nós temos basicamente 3 sistemas em nosso cérebro que regem todas as nossas atitudes. O Neo-Cortex (Razão) e o Sistema Límbico (Emoção) e Reptiliano (Sobrevivência)

Esse artigo não quer de forma nenhuma dar detalhes físicos, Neurológicos ou fisiológicos dessas áreas do cérebro, até porque não sou médico e nem é o objetivo deste texto, muito menos tenho alguma formação para colocar aqui detalhes sobre isso, mas….

Quem nunca fez algo que de alguma forma depois de alguns dias ou semanas não fazia sentido? Medo de barata é lógico? Barata não morde, não mata, não machuca você .. E medo de lagartixa?(rsrs)  Ela é feia sim, mas poxa, ela ainda COME BARATAS! Então se barata é um monstro, lagartixa  é o TANUS dos insetos!

EU NUNCA VI NINGUÉM NO MUNDO QUE TENHA MORRIDO DE MORDIDA DE BARATA ! kkk

Pois é… quem tem medo de algum mini bicho “inofensivo” mas que gera Pânico?  Isso tem alguma lógica? Na verdade o MEDO e reações que ele gera não são gerados no NEO-CORTEX (lógica) e sim no Sistema Límbico/Reptiliano (sentimentos). Ou seja, são apenas reações e gatilhos e não são capazes de racionaliza-los de imediato.

 

 

Mas o que será que isso tem a ver com Projetos?

Meu foco a frente são as reações humanas quando usamos essas 3 áreas opostas e muitas vezes antagônicas do cérebro. Acredite, a briga entre elas de forma Intrapessoal e INTERPESSOAL dos “stakeholders” e partes interessadas, são todos os gatilhos que geram todas as guerras no decorrer dos projetos.

Vamos ter como premissa que todos querem que o projeto seja entregue correto? Não faz sentido que um CLIENTE ou o FORNECEDOR em algum momento acorde de manhã e afirme para si mesmo:

“Hoje eu vou fazer de tudo para que o meu projeto vá para o buraco”.

Pela premissa pessoal, todos querem a MESMA COISA. Mas se isso é realmente verdade, porque existem brigas e desacordos??

Quais os gatilhos inconscientes gerados fora do Neo-Cortex que geram Medos… Receios…Duvidas…. que formam o adubo perfeito para um terreno fértil que floresce as maiores brigas nos projetos?

Porque eles acontecem?

Abaixo eu coloco 2 insights “não convencionais” que compilei em mais de 1.300 projetos que já participei pessoalmente nos últimos 22 anos.

 

INSIGHT 1  =  A Clareza

Impossível trilharmos um caminho se não soubermos para onde vamos certo? Esse é um conceito praticamente “sine-qua-non” onde todos concordam sem questionar. Quando ligamos o WAZE para ir para algum lugar não conseguimos chegar se não colocarmos o endereço destino certo? Mas ele vai funcionar se não ligarmos o GPS para saber ONDE ESTAMOS?

Não basta saber para onde vamos sem ter a clareza absoluta de ONDE ESTAMOS. É impossível traçar uma rota para um destino sem ter a clareza do ponto de partida. Neste contexto, quanto mais soubermos identificar com clareza absoluta tudo o que forem nossos recursos, não saberemos se vamos conseguir chegar ao destino (mesmo que ele esteja claro).

Perguntas como:  Quanto tempo eu tenho, dinheiro e recursos pessoais eu tenho, quais os skills necessários para cada recurso, temos margem para mudar o caminho? Quais OS MEDOS que eu ou minha equipe tem? Lembre-se que na jornada de um projeto (como de um carro usando WAZE) podemos precisar tomar novos caminhos para tirar empecilhos da frente. Os envolvidos estão cientes disso? Já estão brifados que isso é normal e esperado?

Nas narrativas dos Gestores de Projeto de ambas partes está delimitado quais os esforços físicos, financeiros e de tempo que são passiveis de margem de manobra? E os psicológicos estão no radar?

Está claro em qual momento e quem decide sobre isso? Até aqui, tudo bem, pois tudo isso esta “mitigado” e descrito no PMBOK, e se os Gestores seguirem à risca tudo vai dar certo, correto?

Na minha opinião, não necessariamente. Lembrem do cérebro Límbico e os gatilhos sentimentais não importando argumentos lógicos!  Então antes da própria CLAREZA eu começaria com os esforços estruturados de ambas as partes para gerar a conexão magica que faz tudo acontecer: A CONFIANCA.

Então, como gerar uma CONFIANÇA que faz as pessoas se conectarem a ponto de estarem realmente no mesmo barco juntos e simbióticos? A resposta é CLAREZA (rs rs). Sim, mas a clareza do porquê do projeto em detrimento de “oque” as pessoas precisam fazer. Quanto todos estiverem alinhados com os mesmos porquês, não haverá nenhum problema em mudanças e readequações no trajeto, pois todos vão tomar decisões engajadas e que fazem sentido.

“Quando vamos viajar, a Clareza do Destino, do ponto de partida e do porque estamos viajando faz a diferença na experiencia do trajeto da viagem.”
Marcus Feixas

 

INSIGHT 2  =  Foco

Já ouvi infindáveis textos e frases sobre FOCO. Por exemplo:
Temos que focar no projeto. Temos que focar no resultado. Temos que focar na Empresa. Foco na sua atividade, etc.

Vamos lá ! Você que está lendo até aqui, já se mostrou um leitor interessado neste assunto, então me fale: “Qual o Objetivo de Um Projeto?”

As respostas sempre são parecidas com:

– Para construir algo que ainda não existe;

– Para Melhorar algum produto ou serviço;

– Para resolver algum problema;  Etc..

Mas qual o Objetivo realmente final de tudo isso?

SEMPRE melhorar a vida de pessoas com um serviço novo, ou com produto novo, com novas funcionalidades de algo, para crescer a empresa e gerar novas oportunidade, etc..

Reparem… no final é sempre para melhorar a vida de pessoas. Certo?

Se todos entendem que um projeto serve para melhorar aspectos da vida de pessoas como objetivo final, não seria interessante termos ações coordenadas para que o caminho até o objetivo do projeto garantisse que todas as pessoas que embarcarem nesta viagem cheguem até o final da melhor maneira possível?

“Se o FOCO é no resultado, e um projeto serve para melhorar a vida de pessoas, então faz sentido que devemos dar toda a atenção nas pessoas em todos os momentos.”
Marcus Feixas

 

Bom, espero que essas histórias e narrativas possam gerar insights em quem leu o texto. E você? O que você acha que devemos fazer na gestão dos Projetos para nunca haja projéteis no trajeto?

De sua opinião e comente abaixo o que você pensa disso.

 

 

 

5 motivos para controlar o estoque de sua empresa com um ERP

Gestão de estoque automatizado é uma tendência que cresce a cada dia entre as indústrias.

Apostar nesse recurso traz inúmeros benefícios para os negócios, como aumentar a eficiência e melhorar a precisão dos processos.

Um software que automatiza o fluxo da informação de estoque além de integrar todas as áreas da manufatura, diminuir o retrabalho, reduzir custos e ter apoio na tomada de decisões, garante que não haja falta de produtos na empresa e, ao mesmo tempo, que não haja excesso do mesmo, afinal, estoque parado é dinheiro parado. Para tanto, é necessário uma análise constante do fluxo de movimentação dos produtos, histórico de vendas, prazo de entrega dos produtos por parte dos fornecedores e a sazonalidade comercial.

Vamos destacar 5 razões das que deixam bastante claro quais as vantagens em automatizar o seu estoque através de um sistema ERP (Sistema de Gestão Empresarial).

  1. Redução de perdas e desvios

A prevenção é uma excelente forma de diminuir as perdas com estoque, um controle apurado do estoque garante uma grande redução nas perdas e desvios. A falta de controle e de registro causa imprecisões que se traduzem em perdas, extravios, avarias, por isso é fundamental monitorar as movimentações. A utilização de funcionalidades como o inventário flexível / rotativo permite uma conferência constante do estoque, porém, sem tomar todo o tempo que um inventário geral acaba exigindo.

  1. Acompanhamento do volume de compras

Grande parte das perdas de estoque de uma loja está ligada ao desperdício de produtos que são derivados da falta de procura por parte dos consumidores, ou seja, a demora para vender, que gera fim do prazo de validade e ações promocionais sem sucesso.

Dessa forma, o setor de compras deve ser um dos responsáveis por evitar as perdas, estabelecendo um processo de aquisição de mercadorias baseado na demanda do cliente.

O nível de consumo da empresa diante de determinado fornecedor torna-se muito mais viável para uma melhor negociação, seja em termos de valores, prazos para pagamento ou prioridade em entrega.

Até mesmo fazer uma compra de longo prazo onde pode ser adquirida a quantidade de produtos necessária para determinado período (semana, mês, trimestre, semestre, ano), de acordo com o histórico de vendas, e a mesma vai sendo entregue periodicamente, gerando poder de barganha para as negociações, onde a qualidade da compra é tão importante quanto a qualidade da venda, pois uma compra feita de forma estratégica também é uma maneira de aumentar a rentabilidade do negócio.

  1. Controle do estoque

O controle de estoque é um dos grandes desafios dos empresários e é o principal responsável por garantir o sucesso de toda a operação.

Validade, transporte e exposição nas prateleiras, são algumas atividades que devem ser acompanhadas de perto pela equipe responsável por controlar o estoque da empresa. Esses processos são grandes causadores de desperdícios e o acompanhamento de perto é fundamental para reduzi-los.]

Sendo assim, aplicar um processo cuidadoso de reposição de mercadoria que tenha como fundamento deixar os produtos que vencem primeiro à frente, é uma boa estratégia para evitar perdas de estoque.

Criar estratégias comerciais para que produtos “encalhados” possam ser desovados através de grandes descontos ou até mesmo a decisão pela extinção do mesmo no mix de produtos da empresa são algumas delas.

Além disso, uma análise comparativa das margens de lucro dos produtos e do histórico de vendas do mesmo pode determinar ações que garantam que produtos com maior margem tenham maior destaque no ponto de venda e, consequentemente obtenham aumento nas vendas.

  1. Eficiência operacional

A partir da automatização através de um ERP (Sistema de Gestão Empresarial) a empresa ganha muito em termos de eficiência operacional. Afinal, as informações circulam entre os setores de forma integrada.

A operação do estoque deve ser baseada em uma estrutura fixa de controle e gestão. Essa estrutura deve ser baseada em regras e normas, dessa forma todos os processos que derivam do controle de estoque serão padronizados, evitando erros e divergências operacionais, que podem causar perdas.

Desse modo, ao dar entrada numa nota fiscal de compra o estoque virtual é automaticamente abastecido e uma conta a pagar é gerada, isso tudo já considerando todas as variáveis como a forma de pagamento e os impostos, enquanto que quando se realiza uma venda o estoque é reduzido e é gerada uma conta a receber.

  1. Indicadores

Todos os processos de uma empresa devem ser avaliados e gerenciados por meio de indicadores de resultados KPI (Key Performance indicator), que direcionam os esforços para objetivos estratégicos da empresa.. Esses dados serão importantes para categorizar o estoque, distinguindo com clareza quais são os itens mais importantes à empresa, um dos métodos mais utilizados é a curva ABC, controle dos prazos de validade, e o giro de estoque, que é o parâmetro responsável por indicar o desempenho dos itens em relação aos recursos dispendidos para mantê-los. Para calculá-lo, é preciso considerar a média de saída.

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Angelo Rodrigues

Executivo de Contas B2B, Especialista em Spin Selling e Vendas de Valor.

Como o ERP Ajuda a Potencializar suas Vendas

ERP ajudando nas suas vendas

Pensando no passado, mais ou menos na década de 90 quando eu chegava no cliente sem nenhuma informação, apenas o endereço e o nome do contato, e que por muitas vezes nem era mais a pessoa a procurar. Sem falar que como eu não tinha informação do meu lado também, não podia comemorar as vendas, tinha que esperar o departamento financeiro, aprovar toda a negociação.

Ainda hoje muitas empresas trabalham no escuro. Digo isso quando o vendedor ou representante esta a frente do cliente totalmente cego de informações, tanto do cliente quanto do seu próprio produto. Não sabe se o cliente esta ok para compra, não sabe a sua posição de estoque, informações mais detalhadas dos produtos etc.

Com a vinda do ERP e a unificação de informações de várias áreas da empresa, essa escuridão começa a desaparecer. A partir do momento que o faturamento ( comercial) começa a ter informações do departamento financeiro, sabendo a posição atual dos clientes, se tem boletos atrasados ou não, se tem liberação para condições especial, parcelamentos e descontos, essas informações já chegam na ponta ( vendedor ) e isso é uma ajuda fantástica na hora da negociação, porque veja um vendedor pode até se tornar um negociador de dividas, já que ele esta a frente do cliente e tem livre acesso as informações.

As informações sobre os seus produtos também começam a serem transmitidas de forma online muitas vezes. O vendedor consegue ter uma posição do estoque, ter informações valiosas sobre os seus produtos, mudanças, novos produtos, enfim… ele ganha armas para negociar.

Em muitas empresas hoje, esse processo é todo online, o vendedor já recebe a rota do dia, informações detalhadas de quem vai visitar, informações como por exemplo, ultimas compras, últimos produtos, produtos mais vendidos, sugestões de novos produtos levando em conta o que ele já compra e todas as tabelas e negociações que pode fazer em cada cliente.

O mercado já oferece hoje ferramentas pesadas de força de vendas, totalmente integradas com o ERP, que além de todas as informações citadas acima, passa ao vendedor as informações do que desempenho, metas, prêmios, etc. Algumas delas até passa informações sobre a posição em tempo real dos seus colaboradores para que seus gestores possam controlar melhor suas equipes.

O pedido online já é uma realidade muito usada hoje, quando o vendedor mau saiu do cliente e o seu pedido que já foi enviado de forma online, já está sendo faturado, separado e logo depois enviado ao cliente.

Dentre todas essas informações temos o outro lado também, o lado da gerencia, quem toma as decisões. Com ferramentas de BI integradas, o gestor consegue receber uma gama de informações, separadas por pessoas, equipes, regiões, cidades, estados, etc. Consegue ver por linha de produto, consegue cruzar informações de produtos mais vendidos por região ou até mesmo saber qual cliente não está mais comprando, não esta sendo trabalhado e tomar decisões rápidas para ter retorno.

Para finalizar, a integração que o ERP faz com os departamentos, alimentando a equipe comercial com dados precisos na hora da negociação é um grande ganho para qualquer empresa, sendo ela pequena, media ou grande.

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Fabio Monegatti

Executivo de Contas B2B, especialista SPIN SELLING. e vendas de valor.

O GUIA DEFINITIVO DE PROPOSTA DE VALOR PARA O SEU NEGÓCIO

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Qualquer negócio precisa ter uma proposta de valor. Esse é o ponto-chave que determina se os consumidores vão se interessar pelo seu produto ou serviço e ler mais sobre ele ou se preferem desistir e ir para a concorrência. Em outras palavras, a proposta de valor é uma estratégia que pode oferecer ao seu negócio um diferencial competitivo. O problema é que, muitas vezes, é difícil entender o que esse conceito significa para determinada organização.

O que você terá no E-Book – Guia Definitivo da Proposta de Valor para Seu negocio ?

  1. Introdução
  2. O que é proposta de valor e por que ela é tão importante?
  3. Quais são as 4 diretrizes da proposta de valor?
  4. Como criar proposta de valor?
  5. Como melhorar minha proposta de valor?
  6. Qual é o poder de uma consultoria na proposta de valor?
  7. Conclusão

NFe 4.0 – O que Mudou ?

nfe40

 

O que muda com a NFe 4.0

O preenchimento incorreto ou a falta de informação em alguns campos já existes ou novos da NFe é o que geram as rejeições de nota fiscal. Para evitar estes problemas é preciso saber das novas validações que entrarão em vigor com a nova versão e se preparar revisando cadastros.

  • Campo Indicador de presença, incluída a opção 5 (operação presencial, fora do estabelecimento, utilizada no caso de venda ambulante).
  • Inclusão no campo refNF(id:B07)da opção 2 = Nota Fiscal modelo 02.
  • Criação de novo grupo “Rastreabilidade de produto” para permitir a rastreabilidade de qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, casos de recolhimento/recall, além de defensivos agrícolas, produtos veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas, embalagens, etc., a partir da indicação de informações de número de lote, data de fabricação/produção.
  • Criação de campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais com ST
  • Inclusão de campo no Grupo Total da NF-e para informar o valor total do IPI no caso de devolução de mercadoria por estabelecimento não contribuinte desse imposto
  • Alterado Grupo X-Informações do Transporte da NF-e com a criação de novas modalidades de frete.
  • Alteração do nome do Grupo “Formas de Pagamento” para “Informações de Pagamento” com a inclusão do campo valor do troco (tag:vtroco). O preenchimento deste grupo passa a ser possível também para NFe, modelo 55.
  • Validação do percentual informado para o FCP.
  • Validação do somatório dos campos FCP, FCP-ST, IPI devolvido, quando informados nos itens.
  • Inclusão do valor total do IPI devolvido, quando ocorrer, e do valor do Fundo de Combate à Pobreza ST no valor total da NFe.
  • Validação para vedar o preenchimento de campos relativos a transporte quando for operação interestadual. Podendo, a critério de cada UF, a validação ser aplicada as operações internas.
  • Validação do preenchimento do Grupo “Informações de Pagamento” para NFC-e  e NF-e, a critério de cada UF.
  • Validação para verificar o preenchimento dos campos relativos a volume e peso da mercadoria quando informado contratação do frete no campo modalidade de frete.

Fonte: SPED Brasil

 

 

 

 

Como gerenciar melhor meu RH

A palavra “produtividade” é uma das preferidas pelos líderes empresariais, mas como gerenciar RH para obtê-la de fato? Foi pensando em responder a essa questão que preparamos este post para você.

A seguir, apresentamos algumas excelentes soluções para que esse setor da sua empresa obtenha melhores resultados e seja, é claro, mais produtivo. Boa leitura!

Implemente um software de gestão

Todos sabem a importância da tecnologia para aumentar a produtividade. O que pode não ser tão óbvio é que o setor de RH deve estar plenamente investido em sua capacidade de utilizar as soluções tecnológicas de forma eficaz.

Por exemplo, compreender o custo total de uma tecnologia, dominar os desafios da implementação e desvendar o enigma da baixa adoção de usuários — tudo isso pode ser facilitado por meio da implantação de um software de gestão que auxilie os profissionais do setor a acompanhar e analisar a equipe, com informações mais precisas.

Para alcançar esse objetivo, você deve pesquisar: visite feiras de tecnologia, converse com colegas de outras empresas e reserve um tempo para assistir a demonstrações de fornecedores. Quando se decidir, não lide com o sistema como apenas um trabalho a ser feito, mas como uma oportunidade de aprendizagem.

Além disso, ao contratar colaboradores para atuarem no RH da sua empresa, dê preferência a candidatos que possuem conhecimentos prévios acerca de tecnologia. Nesse momento, procure responder a estas duas perguntas:

  • como você avalia a capacidade da sua empresa em aproveitar ao máximo a tecnologia, dentro dos orçamentos existentes?
  • o que pode ser feito para melhorar?

 

 

Prefira especialistas em RH em detrimento dos “cumpridores de tarefa”

Os profissionais do setor, em geral, colocam fortemente o foco no atendimento ao cliente interno: quando um líder diz que quer algo, o RH apressa-se em entregar. O problema é que os líderes nem sempre têm uma compreensão clara das questões de talento e de como abordá-las.

Por exemplo, eles podem solicitar relatórios detalhados sem se darem conta da quantidade de trabalho necessário para criá-los ou qual a melhor forma de utilizá-los. Os “cumpridores de tarefas” fazem o que podem para ajudar, mesmo que isso não seja produtivo.

Os especialistas em RH, por outro lado, sentem a necessidade de questionar — o que, efetivamente, estamos tentando resolver? Ou: qual é o problema real? Não se trata de ser pedante, mas de garantir que as suas habilidades e tempo sejam usados para fins realmente produtivos.

Foque a prevenção de crises internas

É impressionante observar como alguns departamentos de RH ficam constantemente presos no modo de “combate a incêndios”. Pode ser emocionante estar sempre correndo e lidando com crises, no entanto isso não é exatamente algo produtivo.

Na verdade, se você está sempre resolvendo problemas e crises, algo deve estar muito errado na empresa. Tal círculo vicioso não é, necessariamente, culpa do setor. Todavia, cabe a ele a responsabilidade de descobrir como evitar essas situações.

Gerenciar RH eficientemente significa, também, atuar preventivamente para impedir a eclosão de crises e manter um fluxo saudável de trabalho.

Gostou do nosso post? Então, não perca a oportunidade de saber como um software pode ajudar na gestão de RH!