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o que é industria 4.0. Saiba mais

O que é Industria 4.0 ?

Ultimamente estamos ouvindo falar muito em Transformaçao Digital e seus impactos no mundo dos Serviços em geral (vide Uber, Airbnb, Netflix, entre outros.) Mas e a industria? não entrará nesta onda de automação digital?

Senhores, Bem vindo a INDUSTRIA 4.0.

Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial é uma expressão que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de Sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas[1] e Computação em Nuvem.[2][3][4]

A Indústria 4.0 facilita a visão e execução de “Fábricas Inteligentes” com as suas estruturas modulares, os sistemas ciber-físicos monitoram os processos físicos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. Com a internet das coisas, os sistemas ciber-físicos comunicam e cooperam entre si e com os humanos em tempo real, e através da computação em nuvem, ambos os serviços internos e intra-organizacionais são oferecidos e utilizados pelos participantes da cadeia de valor.[2]

Estas novas tecnologias trazem inúmeras oportunidades para a agregação de valor aos clientes e aumento de produtividade de processos, mas sem o enfoque adequado podem desperdiçar grandes investimentos, com poucos resultados.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
o que é industria 4.0

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IOT, Impressão 3D, inteligencia artificial, SynBio, etc.

Onde você esta agora? é melhor se preparar, leia abaixo um pouco mais sobre isso ou fale conosco,

1. UM POUCO DA HISTÓRIA…

Antes de falarmos sobre a indústria 4.0, vamos passar rapidamente nas revoluções anteriores.

Máquinas a vapor – indústria 1.0 ou a primeira revolução industrial iniciou aproximadamente uns 250 anos atrás com o aumento da produtividade da indústria têxtil com as fábricas mecanizadas através das melhorias de James Watt com a máquina a vapor de Newcomen no século 18.

Produção em série – Em 1913, após a introdução da linha de montagem por Henri Ford, iniciou a segunda revolução industrial, a indústria 2.0, no qual resultou em um grande aumento na produção do modelo T chegando a um volume de 15 milhões. E assim, outras fábricas começaram a aplicar as linhas de montagem para o aumento da eficiência e produtividade e redução de custos.

Sistemas automatizados – Já na indústria 3.0, nos anos 70, iniciou a montagem automatizada com a aplicação de computadores no chão de fábrica, uso de CNC em centros de usinagem, máquinas de inserção de componentes, etc, com isso os trabalhos mecânicos realizados por seres humanos começaram a ser executados por robôs computadorizados. E hoje, graças a estas fábricas altamente automatizadas nos proporcionam a oferta de smartphones, tablets e diversos produtos eletrônicos a um preço que podemos pagar.

2. O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

O termo indústria 4.0 foi utilizado pela primeira vez em 2011 em uma feira de Hanover, refere-se à quarta revolução industrial, e foi originada de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo alemão, promovendo a informatização da fábrica.

Resumidamente é um conjunto de tecnologias baseada nos conceitos e nas respectivas interações entre os sistemas cyber-físicos, a Internet das Coisas e o Big Data, assim tornando uma “fábrica sem papel”, facilitando a visão e as tomadas de decisões por humanos da fábrica inteligente.

 

Exemplo de uma indústria 4.0

Para exemplificar um cenário de indústria 4.0, vamos analisar uma usina de álcool e açúcar.

Para uma melhor compreensão, vamos dividir basicamente em 2 momentos, a primeira seria a coleta das informações e na segunda o grande sistema realizando as ações.

Dados internos e externos

  • (Dados Externo) Meteorologia – Recebeu a informação da previsão do tempo que em 3 dias haverá um grande volume de chuva.
  • (Dados Externo) Agência de Notícias – As notícias informam que o governo deverá ampliar os estoques em 15% de etanol até o final da safra.
  • (Dados Externo) Bolsa de Mercadorias e Futuro – O mercado está sinalizando que o preço do açúcar poderá subir até 3% até o final da safra.
  • (Dados Externo) Fornecedor – Com o aumento da produção, o fornecedor informou que não conseguirá atender a demanda projetada.
  • (Dados Interno) Sistema de Gestão da Produção – Na próxima semana, o sistema de gestão da fábrica, com os dados recebidos dos coletores das máquinas, informa que será preciso realizar paradas planejadas de manutenção preventiva para duas máquinas.

Ação

  • Decisão – Após os dados recebidos, o “grande sistema” inicia a tomada de decisão de forma automática com os parâmetros previamente informados pelos gestores.
  • Ações do “grande sistema”
  • Devido as chuvas previstas nos próximos dias e o aumento da demanda do governo, o sistema automaticamente inicia as intervenções e os ajustes necessários, como a configuração dos novos setups nos CLPs, para o aumento da produção e da produtividade.
  • Com a previsão do aumento do preço do açúcar no mercado futuro, o caldo primário também é direcionado para o aumento da produção de açúcar.
  • É disparado o processo de compra de um fornecedor alternativo e também a reserva dos insumos para o aumento da produção.
  • Com o aumento da produção, as paradas planejadas para as manutenções preventivas são reprogramadas para uma data, afim de atender a maior demanda, não afetando a disponibilidade das máquinas.

Agora imagine que todas estas informações foram consolidadas por um “grande sistema” e que ele próprio já toma decisões de forma autônoma, sem a interferência direta das pessoas, mas também poderia oferecer possíveis soluções para os gestores. Isto é um simples exemplo e conceito de uma indústria 4.0.

Portanto na indústria 4.0, as tomadas de decisões podem ser mais assertivas e de forma autônoma, sempre baseado em dados internos (dentro da fábrica) e externos (fora da fábrica).

3. FATORES QUE DEFINEM A INDÚSTRIA 4.0 

  • Interoperabilidade
  • Virtualização
  • Descentralização
  • Tempo Real
  • Orientado a serviço
  • Modularidade

Portanto, na indústria 4.0 temos:

  • Sistemas e sensores inteligentes que informam para as máquinas como elas devem trabalhar e como estarão envolvidos em cada estágio do processo de manufatura, assim fornecendo os dados, como o feedback, afim de obter um maior controle da produção.
  • Os processos devem ser auto-gerenciados em um sistema modular descentralizado. Sistemas embutidos inteligentes começam a trabalhar em conjunto com a troca de dados e informações, de forma direta e também através da ”nuvem” na Internet. Com isso, os sistemas de controles industriais serão mais complexos e distribuídos, possibilitando um processo mais flexível e bem minucioso dos processos.
  • Os sistemas centralizados rígidos de controle das fábricas cedem agora seu lugar para inteligência descentralizada, com a comunicação máquina com máquina (M2M) no chão de fábrica.

A indústria 4.0, ainda é mais um conceito do que uma realidade, mas está sendo motivada por três grandes mudanças no mundo industrial produtivo:

  • Avanço exponencial da capacidade dos computadores.
  • Imensa quantidade de informação digitalizada – Big Data
  • Novas estratégias de inovação (pessoas, pesquisa e tecnologia)

Em um curto espaço de tempo veremos todas as tecnologias interligadas e propiciando as tomadas de decisões no conceito da indústria 4.0.

4. REVOLUÇÃO OU EVOLUÇÃO? 

As revoluções industriais não ocorreram em apenas um dia, e sequer reconhecida como tal na época. A Indústria 4.0 pode ser revolucionário ou evolucionário, independente disso, isto é uma consequência natural da comunicação M2M (Máquina para Máquina) e IOE (Internet de todas as coisas) na automação do chão de fábrica, assim proporcionando uma produção com um menor custo e com uma melhor rentabilidade.

O certo é que a produção industrial será muito mais eficiente e certamente mais lucrativa, portanto o melhor que podemos fazer é tornar isto uma realidade.

 

 

 

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Gestão da cadeia de suprimentos: por que e por onde começar?

Cumprir os objetivos organizacionais é um desafio vinculado ao desempenho e à integração de todos os setores de uma empresa. E, nesse contexto, a gestão da cadeia de suprimentos é um procedimento determinante para o sucesso.

A cadeia de suprimentos (Supply Chain) consiste em um conjunto de diferentes fluxos e relações estratégicas entre empresas, fornecedores, fabricantes, distribuidores, varejistas e clientes, relacionado ao gerenciamento integrado de todos os parâmetros envolvidos no processo produtivo.

Administrar corretamente essa complexa rede de informações reduz custos e agrega qualidade à produção. Você quer melhorar a gestão financeira do seu negócio? Então, confira 5 estratégias para gerenciar a cadeia de suprimentos!

1. Integração com os fornecedores-chave

Os fornecedores são agentes importantíssimos na cadeia produtiva. Portanto, é essencial estabelecer uma comunicação eficiente e favorecer o tráfego de dados com esse público. Para otimizar os fluxos de informação, recorra aos sistemas eletrônicos (B2B ou e-Procurement) e ao suporte de um bom departamento de TI.

A integração apropriada com os fornecedores-chave possibilitará a redução de custos, a flexibilidade de prazos, a minimização de falhas, entre outros benefícios. Por isso, se for necessário, reveja e modernize seus mecanismos corporativos.

2. Atenção às necessidades dos clientes

Estar atento às carências e expectativas dos consumidores proporciona o entendimento necessário para planejar uma rede logística funcional. É preciso identificar as demandas dos clientes-chave para definir ― ou modificar ― a localização e a quantidade de centros de distribuição.

Também é importante aperfeiçoar o gerenciamento desses canais de distribuição, atualizando os métodos de operação das unidades. Avalie e considere possibilidades relacionadas à terceirização, à automação logística e aos sistemas de informação.

3. Otimização na gestão de estoques

Investir no aprimoramento da gestão de estoques é trabalhar com o ponto fraco da maioria das empresas. Normalmente, deficiências no gerenciamento de produtos, matérias-primas e demais componentes resultam em significativas perdas financeiras.

Abandone planilhas eletrônicas e recursos ultrapassados. Implantar um sistema especializado em gestão de estoques, associado a metodologias eficientes, proporcionará melhorias nos serviços prestados e evitará gastos desnecessários.

4. Implantação do Lean Supply Chain

Você já ouviu falar em Lean Supply Chain? Trata-se de uma metodologia elaborada para evitar desperdícios e eliminar atividades que não agregam valor à cadeia produtiva. Tem como objetivo entregar o produto final ao consumidor na quantidade requerida, cumprindo prazos, reduzindo custos e garantindo os níveis de qualidade.

Todavia, o sucesso na implantação do Lean Supply Chain requer paciência. É um processo contínuo, de longo prazo, que deve ser implementado tanto no âmbito logístico como administrativo.

5. Utilização do S&OP

O S&OP (Planejamento de Vendas e Operações) é um processo tático e colaborativo, desenvolvido para prever as oscilações da cadeia produtiva e reduzir as perdas de receita. Ele auxilia as organizações a alcançarem um equilíbrio entre suprimentos e demandas, aumentando o nível dos serviços.

Um bom planejamento de S&OP baseia-se em três fatores: previsão estatística, gestão de eventos e colaboração. Pesquise os métodos e experimente.

Essas foram algumas sugestões sobre como aprimorar a gestão da cadeia de suprimentos na sua empresa. Você quer conquistar resultados nunca vistos? Então, lembre-se: a otimização dos processos corporativos depende de metodologias eficientes e um bom suporte tecnológico. Invista na automatização!

Quer mais dicas sobre gestão estratégica? Então, confira esse artigo sobre como gerenciar uma empresa de prestação de serviços!









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